Secretaria Especial de Comunicação
Secretaria da Saúde utiliza helicóptero para combater o Culex no Rio Pinheiros
A Secretaria da Saúde utilizou um helicóptero para aplicar larvicida biológico no Rio Pinheiros para reduzir a quantidade de Culex (pernilongo) no local. A utilização da aeronave permite que o produto - usado para matar as larvas do mosquito - alcance locais que as embarcações não conseguem atingir.
Quem passou neste sábdo (18/6) pela manhã nas proximidades da Usina Elevatória da Traição, pôde perceber uma movimentação diferente por lá. Cerca de 20 profissionais, em sua maioria técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ/SP), estavam mobilizados para executar uma ação inédita até então no País: a utilização de um helicóptero para combater o Culex (pernilongo) no Rio Pinheiros.
O lançamento de larvicida biológico (tecnicamente conhecido como biocida) no rio já é feito com a utilização de barcos, mas, com o intuito de melhorar os resultados da aplicação, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), decidiu apostar em testes com essa tecnologia aérea, que é capaz de alcançar alguns locais que as embarcações não conseguem atingir. De acordo com Ana Claudia Furlan Mori, gerente do CCZ, várias análises já estão sendo feitas para verificar a viabilidade do novo método e a sua eficácia.
Já utilizado nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, esse método tem também a seu favor o tempo de execução do trabalho: o que de barco se faz em oito horas em média, de helicóptero gasta-se apenas uma. O larvicida é um produto granulado, que, lançado ao rio, consegue matar as larvas do mosquito. “Ele é preparado para matar, especificamente, a larva do mosquito. Não há risco de prejudicar a população nem a vegetação e os animais da região em que for aplicado”, explica Mori.
A aeronave percorreu o Canal da Guarapiranga, depois o trajeto do Rio Pinheiros até o Cebolão, nas proximidades da Estação da CPTM, perfazendo um total de 54 quilômetros de extensão, na qual foram lançados 360 quilos do produto.
De acordo com a Covisa, os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) fazem o monitoramento da quantidade de larvas e Culex em pontos estratégicos do rio. Além disso, o controle de pernilongos é realizado periodicamente, conforme o nível de infestação desses mosquitos nas margens do Pinheiros.
Para a realização desse teste, a SMS contou com a parceria da Empresa Metropolitana de Águas e Esgotos (EMAE), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
O lançamento de larvicida biológico (tecnicamente conhecido como biocida) no rio já é feito com a utilização de barcos, mas, com o intuito de melhorar os resultados da aplicação, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), decidiu apostar em testes com essa tecnologia aérea, que é capaz de alcançar alguns locais que as embarcações não conseguem atingir. De acordo com Ana Claudia Furlan Mori, gerente do CCZ, várias análises já estão sendo feitas para verificar a viabilidade do novo método e a sua eficácia.
Já utilizado nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, esse método tem também a seu favor o tempo de execução do trabalho: o que de barco se faz em oito horas em média, de helicóptero gasta-se apenas uma. O larvicida é um produto granulado, que, lançado ao rio, consegue matar as larvas do mosquito. “Ele é preparado para matar, especificamente, a larva do mosquito. Não há risco de prejudicar a população nem a vegetação e os animais da região em que for aplicado”, explica Mori.
A aeronave percorreu o Canal da Guarapiranga, depois o trajeto do Rio Pinheiros até o Cebolão, nas proximidades da Estação da CPTM, perfazendo um total de 54 quilômetros de extensão, na qual foram lançados 360 quilos do produto.
De acordo com a Covisa, os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) fazem o monitoramento da quantidade de larvas e Culex em pontos estratégicos do rio. Além disso, o controle de pernilongos é realizado periodicamente, conforme o nível de infestação desses mosquitos nas margens do Pinheiros.
Para a realização desse teste, a SMS contou com a parceria da Empresa Metropolitana de Águas e Esgotos (EMAE), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
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