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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010 | Horário: 09:02
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Prefeitura celebra 480 mil partos realizados pela Rede de Proteção à Mãe Paulistana

Até o último mês de setembro, a Rede de Proteção à Mãe Paulistana atingiu mais de 480 mil partos desde sua implementação, em março de 2006. Pela média mensal de 10 mil nascimentos realizados pelo programa, o parto de número 500 mil acontecerá em novembro.
O prefeito de São Paulo celebrou nesta quarta-feira (27/10) os números alcançados pela Rede de Proteção à Mãe Paulistana. Até o último mês de setembro, o programa atingiu mais de 480 mil partos desde sua implementação, em março de 2006. Pela média mensal de 10 mil nascimentos realizados pelo programa, o parto de número 500 mil acontecerá no próximo mês de novembro.

"Alcançar essa marca é algo extraordinário. Esse número de nascimentos é maior do que a quantidade de habitantes da cidade de Santos (SP) (420 mil pessoas). Isso mostra o cuidado com o qual as mães são atendidas pela rede pública durante a gravidez. É uma iniciativa que oferece mais segurança à gestante e às crianças, aumentando o índice de natalidade e reduzindo o de mortalidade", afirmou o prefeito, durante visita ao Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte da Capital.

O Mãe Paulistana promove a realização de pelo menos sete consultas de pré-natal, fornece um cartão de transporte para garantir o comparecimento da gestante e permite o planejamento da futura mãe em relação ao momento do parto - indicando o local em que será realizado e oferecendo uma visita prévia à maternidade.

Após o nascimento da criança, o programa entrega um enxoval completo para a mãe e acompanha o crescimento do bebê em seu primeiro ano de vida, por meio de consultas, exames e seguindo o calendário de vacinação. Segundo o prefeito, a intenção é intensificar ainda mais as ações do Mãe Paulistana.

"Vamos continuar aperfeiçoando o programa. Procuraremos incentivar cada vez mais o acompanhamento e o comparecimento das mães às consultas. Isso é fundamental. Também pretendemos melhorar o enxoval e o acesso das mães às nossas unidades, para que elas tenham segurança na rede pública", disse o chefe do Executivo Municipal.

Referência

O Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Nova Cachoeirinha é um dos locais que fazem parte da rede de proteção. Ele é referência em saúde integral da mulher e do recém-nascido (planejamento familiar, ginecologia, obstetrícia e neonatologia) e em pré-natal de alto risco. Por conta da posição de vanguarda do hospital, o prefeito inaugurou nesta quarta-feira a sala de monitoramento e administração do Mãe Paulistana no local.

A sala de monitoramento será uma inovação dentro do programa, pois o atendimento às mães passará a ser feito por meio da verificação de pré-partos, partos e pós-partos com bebês. "Todas as áreas da Secretaria de Saúde, sejam próprias, sejam hospitais contratados ou conveniados com o Estado, estarão integradas por esse sistema. Estamos evoluindo cada vez mais o programa para tratar do nosso maior objetivo: as crianças", destacou o secretário municipal de Saúde.

O Mãe Paulistana

A Rede de Proteção à Mãe Paulistana foi criada em 8 de março de 2006, e atua por meio de todas as 435 Unidades Básicas de Saúde (UBS). Assim, quando a equipe de saúde constata a gravidez, a mulher é automaticamente cadastrada no programa para receber acompanhamento por todo o período gestacional e durante o primeiro ano de vida de seu filho, por meio de consultas e exames.

Desde março de 2006 até setembro de 2010, foram realizados mais de 487,6 mil partos e distribuídos 431,9 mil enxovais, 456 mil cartões SPTrans e mais de 29 mil visitas às maternidades. Mais de 2,7 milhões de consultas de pré-natal, mais de 3,4 milhões de exames. Mensalmente são cadastradas 10 mil novas gestantes no Programa. Um investimento de R$ 31,2 milhões com enxoval e R$ 8,6 milhões com transporte.

Benefícios

Desde a implementação do Mãe Paulistana, houve um considerável aumento do número de consultas de pré-natal dentro do que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) - nele, cada gestante deve passar por sete ou mais consultas, durante o período gestacional. Em 2004, 65,40% mulheres realizaram sete ou mais consultas. Em 2009 o percentual cresceu e ficou em 73,80%. Além disso, a rede possibilitou a diminuição da taxa de mortalidade infantil. Em 2004 era de 13,96 mortes para cada mil nascidos vivos; em 2009 diminuiu para 11,9 mortes.

Para todos os recém-nascidos nos hospitais e maternidades públicas municipais existem exames que detectam precocemente uma série doenças, como o Teste de Triagem Neonatal (TTN), conhecido como "Teste do Pezinho", que detectam doenças congênitas. Outro exame incluso é o "Teste do Olhinho", que constata doenças como glaucoma ou catarata congênitos. E atualmente foi implantado o "Teste da Orelhinha", que é a Triagem Auditiva Neonatal Universal (Tanu).

Em todos esses exames, caso seja detectada alguma alteração, a criança será imediatamente avaliada pelos especialistas para que seja providenciado o tratamento necessário, ou como em alguns casos, para que seja realizado procedimento cirúrgico corretivo.


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