Secretaria Especial de Comunicação
Delegações internacionais mostram projetos para urbanização de favelas
No segundo dia do "Diálogo Internacional sobre Políticas Públicas: Desafios da Urbanização de Favelas - compartilhando a experiência de São Paulo", as delegações internacionais apresentaram os projetos de urbanização. Ao total apresentaram-se as delegações Nigéria, África do Sul, Egito, Filipinas e Índia.
No segundo dia do "Diálogo Internacional sobre Políticas Públicas: Desafios da Urbanização de Favelas - compartilhando a experiência de São Paulo", as delegações internacionais apresentaram os projetos de urbanização e os principais desafios da habitação popular.
Ao todo apresentaram-se as cinco delegações das cidades de Lagos (Nigéria), Ekurhuleni (África do Sul), Cairo (Egito), Manila (Filipinas) e Mumbai (Índia).
A primeira apresentação foi do secretário de Estado da Habitação de Lagos, Francisco Abosede Bolaji. De acordo com Bolaji, a metrópole possui mais de 16 milhões de habitantes e sua produtividade está comprometida pela falta de infra-estrutura. A maioria das casas da cidade não possui iluminação, por isso é comum ver as crianças estudando nas ruas que ganharam iluminação pública.
Para solucionar alguns problemas em Lagos, o governo federal criou um plano de políticas públicas voltado para a melhoria das condições básicas. As áreas em processo de urbanização receberam pavimentação de ruas, construção de escolas e colocação de banheiro público, construção de moradias e espaços de lazer.
A segunda apresentação foi sobre a cidade de Ekurhuleni. O diretor-executivo do Departamento de Habitação da cidade, destacou o nível de pobreza da região. Em Ekurhuleni existem 180 mil residências na habitação informal, 135 mil barracos em favelas e 108 assentamentos informais.
Cerca de 50 mil pessoas aguardam na lista por novas moradias. Entre os desafios enfrentados para a urbanização das favelas, estão a resistência da população à desapropriação da área e a ilegalidade de imigrantes de outras regiões da África.
A política para romper os desafios está focada na construção de novas moradias, integração da comunidade e garantia de sustentabilidade nas ações realizadas.
A cidade de Cairo foi a terceira a ser apresentada pelos representantes do Ministério da Habitação e Desenvolvimento do Cairo. A delegação garantiu que aprendeu três grandes lições com as apresentações do dia anterior: a importância da parceria entre os setores público e privado; a necessidade da Regularização Fundiária das áreas que sofreram intervenções; e a cobrança de um tributo pela prefeitura de todas as pessoas que têm a propriedade, domínio útil ou a posse de bens imóveis localizados nas cidades.
Coube aos expositores de Filipinas, a subsecretária de Habitação (Manila) e o prefeito de Taguig, acentuar o perfil comum dos problemas enfrentados no desenvolvimento de políticas públicas para redução da pobreza urbana.
Dividindo a importância, também, da necessidade de envolvimento dos bancos como instrumento imprescindível para florescimento de um mercado de habitações populares, bem como das ONGs, como representantes da sociedade civil voltadas para o problema, suas palestras foram esclarecedoras da urgência e gravidade do quadro mundial.
O gerente de Projetos de Mumbai, mostrou dados numéricos alarmantes de assentamentos precários em sua cidade. Reforçou a necessidade de políticas públicas eficazes para combater o crescimento de favelas. Em Mumbai, por exemplo, quase a metade da população habita favelas, dividindo a convivência com a outra metade, de classe média.
Para encerrar o segundo dia do Diálogo Internacional, Marta Dora Grostein, professora da FAU - USP falou sobre o processo de surgimento das favelas, chamando a atenção para a participação do poder público como agente mitigador dessa realidade.
O evento tem obtido participação expressiva de seus representantes.
Ao todo apresentaram-se as cinco delegações das cidades de Lagos (Nigéria), Ekurhuleni (África do Sul), Cairo (Egito), Manila (Filipinas) e Mumbai (Índia).
A primeira apresentação foi do secretário de Estado da Habitação de Lagos, Francisco Abosede Bolaji. De acordo com Bolaji, a metrópole possui mais de 16 milhões de habitantes e sua produtividade está comprometida pela falta de infra-estrutura. A maioria das casas da cidade não possui iluminação, por isso é comum ver as crianças estudando nas ruas que ganharam iluminação pública.
Para solucionar alguns problemas em Lagos, o governo federal criou um plano de políticas públicas voltado para a melhoria das condições básicas. As áreas em processo de urbanização receberam pavimentação de ruas, construção de escolas e colocação de banheiro público, construção de moradias e espaços de lazer.
A segunda apresentação foi sobre a cidade de Ekurhuleni. O diretor-executivo do Departamento de Habitação da cidade, destacou o nível de pobreza da região. Em Ekurhuleni existem 180 mil residências na habitação informal, 135 mil barracos em favelas e 108 assentamentos informais.
Cerca de 50 mil pessoas aguardam na lista por novas moradias. Entre os desafios enfrentados para a urbanização das favelas, estão a resistência da população à desapropriação da área e a ilegalidade de imigrantes de outras regiões da África.
A política para romper os desafios está focada na construção de novas moradias, integração da comunidade e garantia de sustentabilidade nas ações realizadas.
A cidade de Cairo foi a terceira a ser apresentada pelos representantes do Ministério da Habitação e Desenvolvimento do Cairo. A delegação garantiu que aprendeu três grandes lições com as apresentações do dia anterior: a importância da parceria entre os setores público e privado; a necessidade da Regularização Fundiária das áreas que sofreram intervenções; e a cobrança de um tributo pela prefeitura de todas as pessoas que têm a propriedade, domínio útil ou a posse de bens imóveis localizados nas cidades.
Coube aos expositores de Filipinas, a subsecretária de Habitação (Manila) e o prefeito de Taguig, acentuar o perfil comum dos problemas enfrentados no desenvolvimento de políticas públicas para redução da pobreza urbana.
Dividindo a importância, também, da necessidade de envolvimento dos bancos como instrumento imprescindível para florescimento de um mercado de habitações populares, bem como das ONGs, como representantes da sociedade civil voltadas para o problema, suas palestras foram esclarecedoras da urgência e gravidade do quadro mundial.
O gerente de Projetos de Mumbai, mostrou dados numéricos alarmantes de assentamentos precários em sua cidade. Reforçou a necessidade de políticas públicas eficazes para combater o crescimento de favelas. Em Mumbai, por exemplo, quase a metade da população habita favelas, dividindo a convivência com a outra metade, de classe média.
Para encerrar o segundo dia do Diálogo Internacional, Marta Dora Grostein, professora da FAU - USP falou sobre o processo de surgimento das favelas, chamando a atenção para a participação do poder público como agente mitigador dessa realidade.
O evento tem obtido participação expressiva de seus representantes.
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