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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008 | Horário: 08:33
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Sé ganha serviço destinado a pessoa em situação de alta vulnerabilidade

Nesta quarta-feira (17/12) será inaugurado o segundo Centro de Referência Especializado de Assistência Social, para absorver 20% da demanda das regiões da Sé, Pari e Brás. A população receberá atendimento social, psicológico e jurídico.
A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads) inaugura nesta quarta-feira, dia 17 de dezembro, o segundo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do município, na avenida Tiradentes, 749, Centro. O serviço absorverá 20% da demanda da macrorregião Centro, que compreende a região da Sé e uma parte da Mooca (regiões do Pari e Brás).

"Ao implantar o Creas, a Smads mostra a prioridade no atendimento social, psicológico e jurídico à população em situação de alta vulnerabilidade, seja vítima de violência e maus-tratos, seja o jovem e sua família que buscam a oportunidade de rever as atitudes com o objetivo de sair do ciclo de violência", diz o secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.

O atendimento no Creas Sé será feito por 16 funcionários, dos quais quatro contratados pela secretaria (um coordenador, dois assistentes sociais e um advogado) e 12 pela Associação de Amigos Bárbara Aprieiro (dois assistentes sociais, dois psicólogos, dois advogados, quatro orientadores educacionais e dois na administração).

"O Creas deve se constituir como pólo de referência, coordenador e articulador da proteção social especial de média complexidade. Os serviços devem funcionar em articulação com o Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, conselhos tutelares e outras organizações de defesa de direitos com os demais serviços socioassistenciais no intuito de estruturar uma rede efetiva de proteção social", afirma a coordenadora da Proteção Especial para Criança e Adolescente, Ângela Maria Visconti.

Para se adequar às normas e diretrizes do Sistema Único de Assistência Social (Suas), a Smads deve reorganizar os serviços de assistência social na cidade de São Paulo, o que implica a instalação de Creas em cinco macrorregiões (Leste, Norte, Centro, Sul 1 e Sul 2) para o atendimento às situações de risco e violação de direitos, tendo como público-alvo os usuários da assistência social, entre eles mulheres e idosos vítimas de violência; as vítimas de violência, de abuso, exploração e violência sexual de crianças e adolescentes; suas famílias; e os adolescentes em cumprimento de medidas sócio-educativas, como Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

Atualmente, 6.480 adolescentes cumprem medidas sócio-educativas em São Paulo, sendo 3.100 em Liberdade Assistida e 3.380 em Prestação de Serviços à Comunidade e Ciclo de Violência.


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