Secretaria Especial de Comunicação
Prefeito inspeciona Central de Abastecimento de Medicamentos
A nova Central de Medicamentos opera há 9 meses com sistema informatizado e logística que agiliza a distribuição de remédios e material médico-hospitalar para toda a rede de saúde da Prefeitura. Entregas são feitas conforme cronograma. Solicitações de emergência são atendidas em até 24 horas.
O prefeito de São Paulo vistoriou nesta quinta-feira (11/10) a Central de Abastecimento de Medicamentos, responsável por estocar e distribuir remédios para todas as unidades de saúde da Prefeitura e também para o programa Remédio em Casa. O equipamento ocupa área de 5 mil metros quadrados, tem três galpões nos quais os produtos são guardados, área climatizada e câmara fria com temperatura entre 2 e 8 graus centígrados para insumos sensíveis. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) controla estoque e circulação dos funcionários na Central de Abastecimento. Todos são identificados por uniformes de cores diferentes, de acordo com a função que desempenham.
"A Prefeitura está se modernizando. É inacreditável que no Município que distribui mais de 2,5 milhões de itens por mês tudo era feito manualmente", afirmou o prefeito. "Não havia informatização do sistema. Hoje está tudo informatizado e a rede está sempre suprida de medicamentos", disse. Ele destacou a agilidade, modernidade e transparência do serviço. "É um grande avanço inclusive para o acompanhamento e o controle dos custos desses serviços", acrescentou.
De acordo com o prefeito, a dimensão da cidade exige logística para fazer a distribuição eficaz dos medicamentos. "Priorizamos a questão dos remédios, que afetava há muitos anos os trabalhos de toda a rede de saúde. E vimos que hoje não há mais reclamações sobre a falta de medicamentos", concluiu.
Localizada na avenida Embaixador Macedo Soares, 10.735, na Vila Anastácio, Zona Oeste, a Central de Abastecimento de Medicamentos substituiu o antigo Almoxarifado Central, que funcionou até 2004 na Freguesia do Ó. É operacionalizada pela empresa Pronto Express, responsável pela implementação de todo o sistema informatizado, gerenciamento e contratação de pessoal. Cerca de 120 funcionários cuidam do armazenamento dos produtos, organização do estoque, recebimento dos pedidos (on line) e da conferência e preparação dos lotes para distribuição por 22 veículos.
De janeiro a agosto, a SMS atendeu pedidos de 1,4 milhão de prescrições médicas por mês. Até o mês de maio, foram distribuídos 16 milhões de itens de medicamentos, e 524 milhões de unidades, entre cápsulas, comprimidos, ampolas e frascos. Os números comprovam a eficácia do novo sistema.
A nova sistemática na distribuição de medicamentos permitiu mais agilidade e rigor no controle dos estoques, evitando o desperdício. A perda era gerada pela estocagem dos produtos nas próprias unidades de saúde, na maioria das vezes mal acondicionados e sem controle adequado, o que chegava a obrigar a inutilização daqueles cujo prazo de validade havia expirado.
Segundo Luis Eduardo Chamadoiro, vice-presidente de operações do Grupo TPC (rede operadora logística da qual faz parte a Pronto Express), as unidades, por insegurança e receosas de atrasos na entrega dos medicamentos, pediam mais remédios do que necessitavam. "Hoje operamos com organograma que divide a Cidade por regiões e mapeia as unidades de cada área. Cada uma recebe os medicamentos em datas pré-estabelecidas, mensal ou quinzenalmente", explicou Chamadoiro. Ele relatou que as solicitações são processadas eletronicamente (nas unidades de origem) com antecedência média de cinco dias. "Os pedidos são atendidos no prazo médio de dois dias úteis, a partir do envio pelas unidades de saúde".
Os pedidos emergenciais de 50 itens essenciais, entre remédios para pressão, insulina para diabéticos e antibióticos, são atendidos no mesmo dia. Para assegurar o seu funcionamento, a Central está equipada com sistema que permite a continuação das operações por duas horas em caso de queda de energia. E, para evitar que a distribuição seja comprometida pela falta de produtos, o sistema avisa quando os estoques atingem níveis mínimos, mas suficientes para abastecer toda a rede por 60 dias.
É possível armazenar cerca de 900 itens de medicamentos. O controle dos estoques é feito por sistema WMS (Warehouse Management System, sistema de administração de depósito), que é capaz de gerenciar todas as etapas, desde a chegada dos produtos, passando pela recepção dos pedidos, até a localização da mercadoria no estoque.
Após a chegada dos medicamentos e a conferência por funcionários, o sistema gera etiquetas com a quantidade de caixas para cada prateleira, com informações sobre o local de acondicionamento das caixas. O mesmo procedimento é feito para a liberação dos medicamentos, que também é conferida por funcionário. O sistema também identifica o lote mais antigo e solicita seu remanejamento para área mais acessível nas prateleiras. Toda a área do estoque está identificada por rua (corredor), número e andar (prateleira em que se encontra o produto).
Funcionários de cada setor usam uniformes com cores que indicam as funções que desempenham. É uma garantia de segurança para a operacionalização do trabalho, uma vez que as áreas de circulação também estão identificadas e controladas pelas respectivas gerências.
"A Prefeitura está se modernizando. É inacreditável que no Município que distribui mais de 2,5 milhões de itens por mês tudo era feito manualmente", afirmou o prefeito. "Não havia informatização do sistema. Hoje está tudo informatizado e a rede está sempre suprida de medicamentos", disse. Ele destacou a agilidade, modernidade e transparência do serviço. "É um grande avanço inclusive para o acompanhamento e o controle dos custos desses serviços", acrescentou.
De acordo com o prefeito, a dimensão da cidade exige logística para fazer a distribuição eficaz dos medicamentos. "Priorizamos a questão dos remédios, que afetava há muitos anos os trabalhos de toda a rede de saúde. E vimos que hoje não há mais reclamações sobre a falta de medicamentos", concluiu.
Localizada na avenida Embaixador Macedo Soares, 10.735, na Vila Anastácio, Zona Oeste, a Central de Abastecimento de Medicamentos substituiu o antigo Almoxarifado Central, que funcionou até 2004 na Freguesia do Ó. É operacionalizada pela empresa Pronto Express, responsável pela implementação de todo o sistema informatizado, gerenciamento e contratação de pessoal. Cerca de 120 funcionários cuidam do armazenamento dos produtos, organização do estoque, recebimento dos pedidos (on line) e da conferência e preparação dos lotes para distribuição por 22 veículos.
De janeiro a agosto, a SMS atendeu pedidos de 1,4 milhão de prescrições médicas por mês. Até o mês de maio, foram distribuídos 16 milhões de itens de medicamentos, e 524 milhões de unidades, entre cápsulas, comprimidos, ampolas e frascos. Os números comprovam a eficácia do novo sistema.
A nova sistemática na distribuição de medicamentos permitiu mais agilidade e rigor no controle dos estoques, evitando o desperdício. A perda era gerada pela estocagem dos produtos nas próprias unidades de saúde, na maioria das vezes mal acondicionados e sem controle adequado, o que chegava a obrigar a inutilização daqueles cujo prazo de validade havia expirado.
Segundo Luis Eduardo Chamadoiro, vice-presidente de operações do Grupo TPC (rede operadora logística da qual faz parte a Pronto Express), as unidades, por insegurança e receosas de atrasos na entrega dos medicamentos, pediam mais remédios do que necessitavam. "Hoje operamos com organograma que divide a Cidade por regiões e mapeia as unidades de cada área. Cada uma recebe os medicamentos em datas pré-estabelecidas, mensal ou quinzenalmente", explicou Chamadoiro. Ele relatou que as solicitações são processadas eletronicamente (nas unidades de origem) com antecedência média de cinco dias. "Os pedidos são atendidos no prazo médio de dois dias úteis, a partir do envio pelas unidades de saúde".
Os pedidos emergenciais de 50 itens essenciais, entre remédios para pressão, insulina para diabéticos e antibióticos, são atendidos no mesmo dia. Para assegurar o seu funcionamento, a Central está equipada com sistema que permite a continuação das operações por duas horas em caso de queda de energia. E, para evitar que a distribuição seja comprometida pela falta de produtos, o sistema avisa quando os estoques atingem níveis mínimos, mas suficientes para abastecer toda a rede por 60 dias.
É possível armazenar cerca de 900 itens de medicamentos. O controle dos estoques é feito por sistema WMS (Warehouse Management System, sistema de administração de depósito), que é capaz de gerenciar todas as etapas, desde a chegada dos produtos, passando pela recepção dos pedidos, até a localização da mercadoria no estoque.
Após a chegada dos medicamentos e a conferência por funcionários, o sistema gera etiquetas com a quantidade de caixas para cada prateleira, com informações sobre o local de acondicionamento das caixas. O mesmo procedimento é feito para a liberação dos medicamentos, que também é conferida por funcionário. O sistema também identifica o lote mais antigo e solicita seu remanejamento para área mais acessível nas prateleiras. Toda a área do estoque está identificada por rua (corredor), número e andar (prateleira em que se encontra o produto).
Funcionários de cada setor usam uniformes com cores que indicam as funções que desempenham. É uma garantia de segurança para a operacionalização do trabalho, uma vez que as áreas de circulação também estão identificadas e controladas pelas respectivas gerências.
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