Secretaria Especial de Comunicação
Ecopontos recolhem entulho sem impacto ambiental
Criados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente em 2002, os Ecopontos são centros de recolhimento de entulho e sobras de material onde cada munícipe pode despejar um metro cúbico por dia; 65% das emissões desses materiais provém de pequenas reformas.
Os ecopontos foram criados pela Prefeitura de São Paulo para combater o depósito ilegal de entulho gerado por construções, demolições e pequenas reformas. Em geral, sobras de material são jogadas ilegalmente em avenidas, ruas e praças, gerando graves problemas para a Cidade e sua população, que, além do risco ambiental, perde espaços de lazer e recreação.
Os ecopontos tiveram origem na Resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), de 2002. Ela tornou obrigatória a adoção de planos de gestão em todos os municípios para gerenciar a destinação dos resíduos da construção civil, o conhecido entulho.
O objetivo é eliminar os impactos ambientais decorrentes do descontrole sobre as atividades relacionadas à geração, transporte e destinação desses resíduos. A resolução determina também que, sempre que possível, esses materiais sejam reutilizados ou reciclados.
Atendendo à resolução, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Serviços e do Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), criou o Plano Municipal de Gestão Sustentável de Entulho. O Plano incentiva e planeja a criação de novas áreas para o manejo do entulho, em duas frentes: as Áreas Privadas de Transbordo e Triagem de Entulho, as chamadas ATTs, planejadas para receber entulho de grandes geradores privados, e os ecopontos, para facilitar o descarte de pequenas quantidades de entulho e de resíduos volumosos, gratuitamente.
“Estes pequenos descartes de entulho respondem hoje a 65% de toda a geração e descarte irregular de entulho”, conta Valdecir Papazissis, coordenador do Núcleo Gestor de Entulho da Limpurb. “Muitas vezes, este pequeno gerador é um munícipe que realiza uma pequena reforma e não tem verba para alugar uma caçamba para jogar este seu pequeno entulho”.
Os munícipes podem levar diariamente para os ecopontos até um metro cúbico de resíduo, como cimento, tijolos, restos de azulejo, madeira, e também móveis velhos, sobras de poda de árvore e outros materiais. Estes centros funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
No momento, existem sete ecopontos em funcionamento na cidade, que retiram mensalmente das ruas 600 toneladas de entulho. Em breve serão oito, com o início de atividade do Ecoponto Vigário Godói, em Vila Zat. A Prefeitura de São Paulo pretende instalar um Ecoponto em cada um dos 96 distritos da cidade.
Seguro e não poluente
Além de desempenhar importante papel na retirada de entulho das ruas, os ecopontos também ajudam a melhorar a qualidade de vida das pessoas nos locais onde são criados. Na Vila Guilherme está sendo assim. Um lugar que servia de depósito inadequado desses materiais será transformado em um local limpo e organizado, com plantio de flores e arbustos e a formação de um viveiro que fornecerá mudas para praças, jardins públicos e também para a população, incentivando a arborização na região.
O coordenador do Núcleo Gestor de Entulho da Limpurb comenta que existe uma avaliação equivocada da população em relação ao ecoponto. “Quanto se monta um ponto que receberá ‘resíduos’, as pessoas já pensam em lixões e em mau-cheiro, mas isso é porque muita gente não sabe que o ecoponto não recebe lixo industrial, nem o que chamamos lixo úmido, que é o lixo doméstico, restos de comida”, explica.
“O entulho é disposto em caçambas metálicas, não gerando cheiros. O ecoponto também não é um criadouro de insetos”.
Outro exemplo de mudança positiva vem de um dos primeiros ecopontos instalados na Cidade, o vereador José Diniz, em Santo Amaro. “A troca foi muita boa, pois antes, naquele terreno, tínhamos problema com usuários de drogas e assaltantes. Hoje, o lugar está todo iluminado, melhorou o entorno”, conta Cristina Antunes, Relações Institucionais da Sociedade Amigos dos Jardins Petrópolis e Estados (Sajape).
Ela admite, no entanto, que inicialmente o ecoponto assustou alguns moradores da região. “Mas as pessoas perceberam que ali não é um depósito de lixo. Agora não há mais resistência.”
A Sajape trabalhou bastante com campanhas de divulgação para esclarecer os moradores da região sobre o que era o ecoponto, de forma a aceitar não apenas a idéia de criação, mas também aderir ao seu uso.”Precisamos de mais divulgação, mesmo porque às vezes a população não tem conhecimento do serviço”, diz Valdecir.
Ele estima que o volume de entulho recolhido poderia superar as atuais 600 toneladas mensais se mais pessoas utilizassem o serviço.
Os ecopontos tiveram origem na Resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), de 2002. Ela tornou obrigatória a adoção de planos de gestão em todos os municípios para gerenciar a destinação dos resíduos da construção civil, o conhecido entulho.
O objetivo é eliminar os impactos ambientais decorrentes do descontrole sobre as atividades relacionadas à geração, transporte e destinação desses resíduos. A resolução determina também que, sempre que possível, esses materiais sejam reutilizados ou reciclados.
Atendendo à resolução, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Serviços e do Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), criou o Plano Municipal de Gestão Sustentável de Entulho. O Plano incentiva e planeja a criação de novas áreas para o manejo do entulho, em duas frentes: as Áreas Privadas de Transbordo e Triagem de Entulho, as chamadas ATTs, planejadas para receber entulho de grandes geradores privados, e os ecopontos, para facilitar o descarte de pequenas quantidades de entulho e de resíduos volumosos, gratuitamente.
“Estes pequenos descartes de entulho respondem hoje a 65% de toda a geração e descarte irregular de entulho”, conta Valdecir Papazissis, coordenador do Núcleo Gestor de Entulho da Limpurb. “Muitas vezes, este pequeno gerador é um munícipe que realiza uma pequena reforma e não tem verba para alugar uma caçamba para jogar este seu pequeno entulho”.
Os munícipes podem levar diariamente para os ecopontos até um metro cúbico de resíduo, como cimento, tijolos, restos de azulejo, madeira, e também móveis velhos, sobras de poda de árvore e outros materiais. Estes centros funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
No momento, existem sete ecopontos em funcionamento na cidade, que retiram mensalmente das ruas 600 toneladas de entulho. Em breve serão oito, com o início de atividade do Ecoponto Vigário Godói, em Vila Zat. A Prefeitura de São Paulo pretende instalar um Ecoponto em cada um dos 96 distritos da cidade.
Seguro e não poluente
Além de desempenhar importante papel na retirada de entulho das ruas, os ecopontos também ajudam a melhorar a qualidade de vida das pessoas nos locais onde são criados. Na Vila Guilherme está sendo assim. Um lugar que servia de depósito inadequado desses materiais será transformado em um local limpo e organizado, com plantio de flores e arbustos e a formação de um viveiro que fornecerá mudas para praças, jardins públicos e também para a população, incentivando a arborização na região.
O coordenador do Núcleo Gestor de Entulho da Limpurb comenta que existe uma avaliação equivocada da população em relação ao ecoponto. “Quanto se monta um ponto que receberá ‘resíduos’, as pessoas já pensam em lixões e em mau-cheiro, mas isso é porque muita gente não sabe que o ecoponto não recebe lixo industrial, nem o que chamamos lixo úmido, que é o lixo doméstico, restos de comida”, explica.
“O entulho é disposto em caçambas metálicas, não gerando cheiros. O ecoponto também não é um criadouro de insetos”.
Outro exemplo de mudança positiva vem de um dos primeiros ecopontos instalados na Cidade, o vereador José Diniz, em Santo Amaro. “A troca foi muita boa, pois antes, naquele terreno, tínhamos problema com usuários de drogas e assaltantes. Hoje, o lugar está todo iluminado, melhorou o entorno”, conta Cristina Antunes, Relações Institucionais da Sociedade Amigos dos Jardins Petrópolis e Estados (Sajape).
Ela admite, no entanto, que inicialmente o ecoponto assustou alguns moradores da região. “Mas as pessoas perceberam que ali não é um depósito de lixo. Agora não há mais resistência.”
A Sajape trabalhou bastante com campanhas de divulgação para esclarecer os moradores da região sobre o que era o ecoponto, de forma a aceitar não apenas a idéia de criação, mas também aderir ao seu uso.”Precisamos de mais divulgação, mesmo porque às vezes a população não tem conhecimento do serviço”, diz Valdecir.
Ele estima que o volume de entulho recolhido poderia superar as atuais 600 toneladas mensais se mais pessoas utilizassem o serviço.
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