Secretaria Especial de Comunicação
Obras contra enchentes no córrego Tremembé beneficiam 5 mil pessoas
As obras no córrego Tremembé trazem melhorias para 5 mil pessoas que moram em uma área invadida; a área ficará livre de enchentes depois de entregues as obras inspecionadas pelo prefeito nesta quarta-feira (27/12).
Moradora há mais de 20 anos na Vila Nilo, região do Jaçanã, Zona Norte de São Paulo, a dona de casa Elza Oliveira Ferreira, de 40 anos, está livre de ter a casa invadida pelas águas durante as enchentes de verão. Ela é uma das beneficiadas pelas obras emergenciais de contenção do córrego Tremembé, executadas pela Prefeitura. A intervenção trouxe melhorias para as 5 mil pessoas que moram numa área invadida.
Na manhã desta quarta-feira (27/12) o prefeito esteve na rua Alfredo Ávila e inspecionou os serviços realizados pela Secretaria de Infra-Estrutura Urbana (Siurb). Caminhou às margens do córrego e conversou com os moradores.
Após as fortes chuvas de março deste ano, trechos das margens do córrego Tremembé ruíram e destruíram a rua Alfredo Ávila, deixando os moradores do entorno apreensivos, com medo de perderem casas e bens. Atenta à gravidade da situação, a Prefeitura iniciou as obras de contenção das margens naquele mesmo mês de março.
Agora, os serviços estão concluídos. O córrego começa na parte nobre do Tremembé e termina na Vila Nilo, uma área empobrecida, marcada pela invasão de moradores.
Com investimentos de 8,8 milhões de reais, foram construídos cerca de oitocentos metros de contenção nos trechos mais críticos, tanto na margem direita quanto na esquerda. As margens do córrego estavam ruídas e foram refeitas com a instalação de estrutura em gabiões de cerca de 5 metros de altura.
Foi feito o alargamento do córrego, passando de oito para quinze metros. Também foi feita a reconstrução da laje de fundo na foz do córrego.
Foi construída uma parede de contenção em concreto e a proteção das fundações sob a ponte da rodovia Fernão Dias. Com a intervenção, a vazão do córrego passou de cinquenta mil litros por segundo para 170 mil litros por segundo.
O Tremembé deságua no rio Cabuçu de Cima, que passa sob a rodovia Fernão Dias. No local, a Siurb executou serviços de desobstrução e limpeza, eliminando as estacas que contribuíam para acumular lixo e aumentar as chances de enchentes na rua Alfredo Ávila.
Para facilitar a vida da população, a Prefeitura ainda construiu uma ponte metálica que liga as ruas Alfredo Ávila e José Figliolini, substituindo a antiga de madeira.
O prefeito fez a vistoria final dos serviços. Aprovou as obras e disse que as intervenções atenderam o cronograma estabelecido. O prefeito determinou ao secretário de Infra-Estrutura Urbana e Obras que faça licitação para a segunda fase de obras de melhorias no córrego, que se estende até o Centro Educacional Unificado (CEU) Tremembé.
Após conversar com moradores, o prefeito constatou a satisfação das pessoas com os serviços realizados. De fato, não houve mais transbordamentos no córrego.
“Nos últimos 60 anos, tivemos a chuva mais intensa em termos de índice pluviométrico na cidade de São Paulo. Mandamos para cá nossos agentes, que constataram o funcionamento adequado dos serviços que foram executados”, afirmou o prefeito.
A dona de casa Elza Oliveira Ferreira sabe o que é sofrer com enchentes. Antes da conclusão das obras no córrego, a casa dela foi invadida várias vezes pelas águas das chuvas. Perdeu geladeira, fogão e armário de cozinha.
Outra melhoria apontada pela moradora foi a construção da ponte metálica pela Prefeitura. A anterior, uma pinguela de madeira, desabou algumas vezes, durantes chuvas muito fortes. Com a nova ponte, os moradores da rua Alfredo Ávila não precisam mais dar a volta para ir até a rua José Figliolini.
“É lá que fica todo o comércio do bairro. O açougue, a padaria, as escolas e o hospital”, contou dona Elza.
Na manhã desta quarta-feira (27/12) o prefeito esteve na rua Alfredo Ávila e inspecionou os serviços realizados pela Secretaria de Infra-Estrutura Urbana (Siurb). Caminhou às margens do córrego e conversou com os moradores.
Após as fortes chuvas de março deste ano, trechos das margens do córrego Tremembé ruíram e destruíram a rua Alfredo Ávila, deixando os moradores do entorno apreensivos, com medo de perderem casas e bens. Atenta à gravidade da situação, a Prefeitura iniciou as obras de contenção das margens naquele mesmo mês de março.
Agora, os serviços estão concluídos. O córrego começa na parte nobre do Tremembé e termina na Vila Nilo, uma área empobrecida, marcada pela invasão de moradores.
Com investimentos de 8,8 milhões de reais, foram construídos cerca de oitocentos metros de contenção nos trechos mais críticos, tanto na margem direita quanto na esquerda. As margens do córrego estavam ruídas e foram refeitas com a instalação de estrutura em gabiões de cerca de 5 metros de altura.
Foi feito o alargamento do córrego, passando de oito para quinze metros. Também foi feita a reconstrução da laje de fundo na foz do córrego.
Foi construída uma parede de contenção em concreto e a proteção das fundações sob a ponte da rodovia Fernão Dias. Com a intervenção, a vazão do córrego passou de cinquenta mil litros por segundo para 170 mil litros por segundo.
O Tremembé deságua no rio Cabuçu de Cima, que passa sob a rodovia Fernão Dias. No local, a Siurb executou serviços de desobstrução e limpeza, eliminando as estacas que contribuíam para acumular lixo e aumentar as chances de enchentes na rua Alfredo Ávila.
Para facilitar a vida da população, a Prefeitura ainda construiu uma ponte metálica que liga as ruas Alfredo Ávila e José Figliolini, substituindo a antiga de madeira.
O prefeito fez a vistoria final dos serviços. Aprovou as obras e disse que as intervenções atenderam o cronograma estabelecido. O prefeito determinou ao secretário de Infra-Estrutura Urbana e Obras que faça licitação para a segunda fase de obras de melhorias no córrego, que se estende até o Centro Educacional Unificado (CEU) Tremembé.
Após conversar com moradores, o prefeito constatou a satisfação das pessoas com os serviços realizados. De fato, não houve mais transbordamentos no córrego.
“Nos últimos 60 anos, tivemos a chuva mais intensa em termos de índice pluviométrico na cidade de São Paulo. Mandamos para cá nossos agentes, que constataram o funcionamento adequado dos serviços que foram executados”, afirmou o prefeito.
A dona de casa Elza Oliveira Ferreira sabe o que é sofrer com enchentes. Antes da conclusão das obras no córrego, a casa dela foi invadida várias vezes pelas águas das chuvas. Perdeu geladeira, fogão e armário de cozinha.
Outra melhoria apontada pela moradora foi a construção da ponte metálica pela Prefeitura. A anterior, uma pinguela de madeira, desabou algumas vezes, durantes chuvas muito fortes. Com a nova ponte, os moradores da rua Alfredo Ávila não precisam mais dar a volta para ir até a rua José Figliolini.
“É lá que fica todo o comércio do bairro. O açougue, a padaria, as escolas e o hospital”, contou dona Elza.
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