Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa
AHM participa da 10ª Semana Nacional de Arquivos com programação especial
Entre os dias 11 e 13 de junho de 2026, o Arquivo Histórico Municipal de São Paulo (AHM) integra a 10ª edição da Semana Nacional de Arquivos (SNA), evento anual promovido pelo Arquivo Nacional em alinhamento com a Semana Internacional de Arquivos do International Council on Archives (ICA). Com o tema "Arquivos, democracia e justiça social", a SNA 2026 propõe uma reflexão crítica sobre o papel dos arquivos na consolidação da cidadania, na garantia de direitos e no enfrentamento das desigualdades históricas e sociais.
O AHM preparou uma programação gratuita e aberta ao público, reafirmando seu compromisso com a transparência, a memória e o acesso à informação pública. As atividades incluem visitas mediadas, oficinas, debates e ações educativas que convidam a população a conhecer de perto o trabalho de preservação e gestão documental realizado pela instituição, bem como a refletir sobre o lugar dos arquivos na construção de uma sociedade mais democrática e plural.
Programação do AHM na 10ª SNA
11/06 | Quinta-feira
9h - Entre Memória e Representatividade: Obras do Acervo Bibliográfico da BAHM
exposição mediada
A exposição tem como objetivo a apresentação de obras do acervo bibliográfico da BAHM, observando os três eixos temáticos, “Arquivos, Democracia e Justiça Social”, da 10° Semana Nacional de Arquivos. Com maior destaque, serão exibidas as obras adquiridas nos últimos dois anos que dialogam com o tema proposto.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Saguão do AHM
10h - Experiências de pesquisa no acervo do AHM, com Raissa Marcondes, Elisa Zocca, Larissa Oliveira
roda de conversa
Propondo um espaço de diálogo horizontal e colaborativo, a atividade convida pesquisadores que já se debruçaram sobre o fundo documental do AHM a relatar suas experiências concretas de manejo, interpretação e produção de conhecimento a partir de documentação, mapas, fotografias e registros administrativos. Mais do que um simples relato técnico, a roda busca tensionar questões como a acessibilidade do arquivo, a política de preservação e o papel fundamental da pesquisa em acervos históricos para o fortalecimento da memória democrática e do direito à cidade em São Paulo.
- Raíssa Campos Marcondes: doutoranda em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Mestra em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de São Paulo. Bacharela e Licenciada em História pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, campus Guarulhos, com certificação em Memória e Patrimônio pela mesma instituição. Possui formação Técnica em Museologia pela Escola Técnica Estadual - ETEC Parque da Juventude. Atuou como bolsista de Iniciação Científica no projeto Ensino e saúde entre o público e o privado - A experiência do complexo HSP/SPDM/EPM (1956-2010), cuja função era exercida na área de conservação e higienização de documentos entre os anos de 2012 e 2014. Desenvolveu pesquisa de Iniciação Científica denominada Vila Dona Rosa: a inserção holandesa no mercado rentista da cidade de São Paulo (1928-1954), com fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) sob orientação do Prof. Dr. Fernando Atique, entre setembro de 2015 e Junho de 2016. Faz parte do Grupo de Pesquisa "Cidade, Arquitetura e Preservação em Perspectiva Histórica" (EFLCH/UNIFESP), coordenado pelo Prof. Dr. Fernando Atique.
Pesquisa: Desconstruindo Santana para além do bairro: Representações e Camadas de Historicidade em Perspectiva Histórica.
- Elisa Zocca: doutoranda e Mestre na área de concentração História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo, na FAUUSP. Mestrado ''Nos fundos da casa, o avesso da cidade'', com bolsa FAPESP. Graduada do curso de Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP. Desenvolveu o trabalho de Iniciação Científica com bolsa CNPq intitulado Vilas particulares de casas em série: um estudo da Vila Cândida sob orientação da Prof. Dra. Ana Lucia Duarte Lanna (FAUUSP), recebendo Menção Honrosa na Etapa Internacional do 27 Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP), e bolsa da Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo para apresentar o trabalho na Rutgers University (EUA) em Abril de 2019. Estagiou na Empresa São Paulo Urbanismo (SPUrbanismo) em 2019 na área de Operações Urbanas. Realizou intercâmbio em 2020 na Facoltà di Architettura da Universidade La Sapienza na cidade de Roma, Itália. Estagiou no Núcleo de Identificação e Tombamento do Departamento do Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura, em São Paulo. Integrou o grupo de pesquisa EX-MET: Expérimenter la métropole: inégalités, rivalités et sociabilités dans la ville de São Paulo (FAUUSP/ IRD France). Atualmente integra o grupo de pesquisa Cultura, Arquitetura e Cidade na América Latina (CACAL), e Professora Assistente no curso de Arquitetura e Urbanismo da Escola da Cidade. Pesquisa: A cidade de São Paulo pelas portas, nas primeiras décadas do século XX.
- Larissa Oliveira: possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2019), com o Trabalho de Conclusão de Curso com ênfase em História da Arquitetura e do Urbanismo nomeado "Vilas Operárias no Brasil: o caso da Vila Maria Zélia e da Vila Serra do Navio". Atualmente, é mestranda no Programa de Pós-Graduação em História, da Universidade Federal de São Paulo, com a pesquisa intitulada "Cartografias das Relaçõies Espaciais: a Penha de França e as tensões entre o público e o privado na Primeira República (1890-1930)
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Sala 16 do AHM
13h - Lançamento do jogo Super Sampa
roda de conversa
O SuperSampa é um jogo de cartas para entender e conhecer a cidade de São Paulo. O jogo possui 33 cartas, uma para cada uma das 32 subprefeituras e 1 para o Município além das cartas com as informações sobre como jogar. Cada carta traz atributos de indicadores urbanos e sociais, específicos para cada região da cidade.
O jogo constitui uma forma de facilitar o acesso dos cidadãos a dados e indicadores, normalmente técnicos e de difícil compreensão, por meio de uma abordagem lúdica e interativa e permite:
Estimular crianças, jovens e adultos a reconhecerem o território que habitam a diversidade de suas regiões;
Iniciar o processo de formação cidadã e do senso crítico, a partir do convite à reflexão sobre sua própria realidade social, envolvendo, por exemplo, a questão ambiental, desigualdade, custo de vida, mobilidade;
Contribuir para a popularização da noção e do uso de indicadores sociais e urbanos.
Como ferramenta de ensino, permite ainda aprofundar e consolidar habilidades vinculadas a disciplinas do cotidiano escolar, tais como Português, Matemática e Geografia.
Fotos históricas da Cidade de São Paulo
Nessa edição o SuperSampa é ilustrado com imagens históricas da cidade, das décadas de 1920 e 1980. As imagens utilizadas provêm dos acervos do Arquivo Histórico Municipal (AHM) e também do Museu da Cidade de SP e da COHAB. A descrição de todas as fotos está disponível nas cartas do jogo.
Assim, o SuperSampa também é uma forma de preservar a memória coletiva da cidade. Mais do que apenas "relembrar", re(conhecer) a cidade de antigamente é fundamental para debates e reflexões sobre a cidade que queremos.
- Luciana Pascarelli Santos é geóloga formada pela Universidade de São Paulo em 2001, mestre em Geociências e com atuação destacada nas áreas de geologia urbana, gestão territorial, geoprocessamento e gestão pública. Possui especialização em transparência, dados abertos e gestão pública, com foco na integração e disseminação de informações territoriais para apoio ao planejamento urbano e à formulação de políticas públicas.
Ingressou na Prefeitura Municipal de São Paulo em 2004, desenvolvendo trabalhos relacionados ao gerenciamento de áreas de risco geológico, incluindo mapeamento de áreas vulneráveis, vistorias técnicas, obras de contenção e atendimento emergencial em desastres. Entre 2008 e 2013, atuou como coordenadora das ações voltadas à redução de riscos geológicos da Cidade de São Paulo junto a Secretaria das Subprefeituras.
Desde 2013, integra a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, onde participou da implantação do projeto SIG-SP e do desenvolvimento do GeoSampa, referência municipal em informações geoespaciais e transparência territorial. Também exerceu funções de coordenação na área de produção e análise de informações territoriais, contribuindo para iniciativas de modernização administrativa, interoperabilidade de dados e fortalecimento do acesso público à informação.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Auditório do AHM
13h - Entre Memória e Representatividade: Obras do Acervo Bibliográfico da BAHM
exposição mediada
A exposição tem como objetivo a apresentação de obras do acervo bibliográfico da BAHM, observando os três eixos temáticos, “Arquivos, Democracia e Justiça Social”, da 10° Semana Nacional de Arquivos. Com maior destaque, serão exibidas as obras adquiridas nos últimos dois anos que dialogam com o tema proposto.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Saguão do AHM
14h e 15h - Preservar para acessar: A conservação como garantia de direito à memória, com a Supervisão de Conservação do Acervo do AHM
visita técnica
Durante a visita técnica, a SCA apresentará suas atividades e as práticas adotadas na preservação, com destaque para os desafios éticos e técnicos relacionados ao acesso aos documentos. A visita também evidenciará como a degradação documental pode gerar lacunas na memória, reforçando a importância do trabalho de Conservação para assegurar a preservação do patrimônio e o acesso democrático à informação.
- Joana Asseff (AHM) é mestre em História da Ciência pela PUC-SP, onde foi bolsista CAPES. Graduada em História pela mesma instituição e com pós-graduação em Gestão Arquivística pela FESP-SP. Possui formação em conservação e restauro de material gráfico e obra de arte sobre papel pelo CTTA. É pesquisadora no Grupo de Estudos em Conservação de Arte Contemporânea do (IEA/USP). Atua na área de Arquivos, com ênfase em conservação e restauro de acervos em papel. Desde 2014 trabalha na Supervisão de Conservação do Acervo do AHM.
- Gabriela Gagliani é formada em fotografia pelo Centro Universitário Senac SP e se especializou na área de conservação e restauro de fotografias na LUPA, em Lisboa, Portugal. Trabalha na área desde 2015 e atualmente cursa pós-graduação de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis em Suporte de Madeira, Papel e Têxtil pela universidade Unifebe. Atua na equipe de Conservação do Acervo do AHM desde 2022.
Essa atividade é de classificação livre e conta com inscrição prévia. Acesse clicando aqui!
Local de encontro: Hall do AHM
19h - Coletivo Alquimia P.A.M. apresenta "Quem é essa Rua"
exibição de curta e roda de conversa
A Alquimia P.A.M. em parceria com o Arquivo Histórico Municipal realizará uma roda de conversa onde vamos debater conceitos como história social, território, memória coletiva e, principalmente, a gritante falta de nomes de mulheres nas ruas de São Paulo. Utilizando episódios da série "Quem é essa rua?" como ponto de partida, vamos nos reunir com as pesquisadoras do projeto para pensar a ocupação urbana sob a perspectiva de gênero e no final vamos levantar nomes que podem ser utilizados para batizarem ruas da capital.
Projeção de episódios selecionados da série "Quem é essa rua?" - episódios : Marielle Franco, Olga Benário, Elis Regina seguida de uma conversa com as mulheres responsáveis pela pesquisa histórica do projeto.
Pesquisadoras convidadas:
- Luana Melinka, mãe solo, imigrante chilena, historiadora e multiartista. Integra a Cia. Livre de Dança e Cultura, o movimento Skate&CORES, o Selo El Rocha Records, o coletivo Passos Periféricos e a Batalha da Revolta.
- Marina Celestino, Historiadora, professora e mestre e doutoranda na PUC, possui estudos sobre o Brasil Colonial e sobre Memória e Patrimônio.
Mediação: Gabie Pereira, fotógrafa, produtora audiovisual e cultural e bacharela em comunicação social e integrante da produtora Alquimia PAM.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Auditório do AHM
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12/06 | Sexta-feira
9h - Entre Memória e Representatividade: Obras do Acervo Bibliográfico da BAHM
exposição mediada
A exposição tem como objetivo a apresentação de obras do acervo bibliográfico da BAHM, observando os três eixos temáticos, “Arquivos, Democracia e Justiça Social”, da 10° Semana Nacional de Arquivos. Com maior destaque, serão exibidas as obras adquiridas nos últimos dois anos que dialogam com o tema proposto.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Saguão do AHM
10h - Livro-Casa: Morada do Afeto, com Camila Morita - Dia 01
oficina
Nesta oficina, construiremos um Livro-Casa: uma pequena estrutura que abriga memórias, imagens e palavras. Uma casa que é território íntimo onde diferentes tempos podem coexistir.
Partindo da construção manual do objeto, cada participante será convidado a pensar sobre aquilo que deseja preservar, aproximar ou transformar: fotografias, cartas, tecidos, pequenos objetos e fragmentos que carregam histórias.
Ao final do encontro, teremos uma vila composta por casinhas afetivas com fotos particulares de cada participante!
Camila Morita é artista visual, pesquisadora e educadora. Sua pesquisa atravessa memória, linhagem, arquivo e materialidades têxteis, desenvolvendo trabalhos que transitam entre fotografia, livro de artista e práticas de criação contemporânea. Atua também na mediação de processos coletivos, propondo espaços de investigação, escuta e construção poética.
Essa atividade é de classificação livre e conta com inscrição prévia. Acesse clicando aqui!
Local: Sala 16 do AHM
Atenção, essa oficina prevê dois encontros nos dias 12 e 13 de junho, às 10h.
10h - Documentação e acervo: a prática arquivística em arquivos de arte, com Thais Ferreira Dias da Fundação Bienal de São Paulo - eixo de Documentação e Acervo do Arquivo Histórico Wanda Svevo
oficina
A oficina apresentará, de forma introdutória, a metodologia de gestão do acervo permanente do Arquivo Histórico Wanda Svevo, o Arquivo da Bienal de São Paulo, com foco na documentação textual e nos instrumentos desenvolvidos pela instituição. Durante o encontro, será realizada uma atividade prática de classificação e notação de documentos textuais, a partir de exemplos relacionados a acervos de arte.
- Thais Ferreira Dias - graduada em Biblioteconomia e Ciência da Informação (2016) e pós-graduada em Gestão Arquivística de Informação e Dados (2025), atua em arquivos desde 2011, passando por instituições privadas com acervos administrativos e históricos. Atualmente trabalha na Fundação Bienal de São Paulo, no eixo de Documentação e Acervo do Arquivo Histórico Wanda Svevo, responsável pela organização e preservação do acervo textual, incluindo ordenação, acondicionamento, classificação, catalogação e notação de documentos.
Essa atividade é voltada para para técnicos, estudantes, pesquisadores e demais interessados em arquivos e documentação de artee conta com inscrição prévia. Acesse clicando aqui!
Local: Auditório do AHM
13h - Entre Memória e Representatividade: Obras do Acervo Bibliográfico da BAHM
exposição mediada
A exposição tem como objetivo a apresentação de obras do acervo bibliográfico da BAHM, observando os três eixos temáticos, “Arquivos, Democracia e Justiça Social”, da 10° Semana Nacional de Arquivos. Com maior destaque, serão exibidas as obras adquiridas nos últimos dois anos que dialogam com o tema proposto.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Saguão do AHM
14h - Vivências em bibliotecas públicas: desafios e possibilidades no acesso ao conhecimento, com Daniela Momozaki (SME/CEU) e Patrícia Helena (Biblioteca Otávio Rangel de Souza/UNIFESP)
roda de conversa
A roda de conversa propõe um encontro de experiências, memórias e reflexões a partir das vivências de bibliotecárias que atuam em bibliotecas públicas com diferentes públicos e realidades sociais. O diálogo busca evidenciar os desafios, as possibilidades e os impactos da atuação profissional no acesso ao conhecimento, destacando o papel das bibliotecas públicas como espaços de inclusão, cidadania e fortalecimento da democracia.
- Daniela Momozaki: Bibliotecária graduada pela Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), mediadora de leitura e especialista em "Literatura para a Infância" pela A Casa Tombada. Ao longo de sua trajetória, consolidou a visão da biblioteca como um espaço vivo de encontro, cidadania e troca cultural, tendo a literatura como principal elo de conexão. Atualmente, integra a equipe da Biblioteca Pública integrada ao CEU Formosa.
- Patrícia Helena: Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Marília e em História pela Universidade Federal de São Paulo - Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Campus Guarulhos (UNIFESP - EFLCH - Campus Guarulhos). Mestra em História pela UNIFESP - EFLCH - Campus Guarulhos. Atualmente, está na Coordenação da Biblioteca Otávio Rangel de Souza - Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Universidade Federal de São Paulo.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Auditório do AHM
14h30 - Arquivo Nômade: Postais na Praça, com o Núcleo Educativo do AHM
oficina | intervenção urbana
O Núcleo Educativo convida o público para um exercício de escrita de cartões-postais. Nessa atividade, uma experiência de se corresponder com outra pessoa de uma forma não-instantânea, pode-se repensar as relações com o tempo e as memórias afetivas com o território paulistano por meio das imagens presentes em nosso acervo.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: calçada da fachada do AHM. Em caso de mau tempo, estaremos no saguão do prédio.
15h30 - Guardar para conservar: produção de acondicionamento para documentos e fotografias, com Milena Godoy da Fundação Bienal de São Paulo - Conservação do Arquivo Histórico Wanda Svevo
oficina
O objetivo da oficina é apresentar noções básicas de conservação preventiva com foco em soluções de acondicionamento para acervos, especialmente documentos textuais e fotografias. Serão abordados os diferentes tipos de materiais utilizados para produção de invólucros, além de modelos e formatos diversos.
Com duração de 2 horas, a atividade será dividida entre uma apresentação introdutória sobre conservação preventiva, principais agentes de deterioração, cuidados com manuseio, materiais utilizados para embalagens e diferentes modelos de acondicionamento; e uma parte prática em que cada participante poderá elaborar alguns exemplos de acondicionamento
- Milena Godoy dos Santos - historiadora, técnica em Biblioteconomia e graduanda em Conservação e Restauro no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, atua na área de preservação de acervos artísticos e históricos, com especialidade em documentos em papel. Atualmente, é responsável pelo setor de Conservação do Arquivo Histórico Wanda Svevo, da Fundação Bienal de São Paulo.
Essa atividade é voltada para técnicos, estudantes, pesquisadores e demais interessados em arquivos e preservação documental e conta com inscrição prévia. Acesse clicando aqui!
Local: Sala 16 do AHM
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13/06 | Sábado
10h - Livro-Casa: Morada do Afeto, com Camila Morita - Dia 02
oficina
Segundo dia da oficina com artista Camila Morita.
14h - Coletivo Alquimia P.A.M. apresenta "Quem é essa Rua"
exibição de curta e roda de conversa
A Alquimia P.A.M. em parceria com o Arquivo Histórico Municipal realizará uma roda de conversa, o nosso foco será o tema "Resistências e Brasilidades". Vamos trazer histórias de pessoas e movimentos sociais brasileiros que se levantaram contra opressões e planejaram revoluções ou resistências em solo nacional. A partir da exibição de episódios da nossa série "Quem é essa rua", vamos debater como esses ideais de liberdade foram pensados no país
Projeção de episódios selecionados da série "Quem é essa rua?" focados em movimentos revolucionários históricos - Carlos Marighella, Quilombo dos Palmares, Chico Mendes - seguida de uma conversa sobre a história das resistências nacionais e o mapeamento desses nomes na toponímia paulistana.
Pesquisadores convidadas:
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Raul Carlos, historiador, articulador cultural e realizador audiovisual periférico. Cocriador do Coletivo Alquimia PAM e idealizador do projeto audiovisual “Quem é essa Rua”.
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Guilherme Bertolino, historiador e poeta, educador no Memorial da Resistência de São Paulo e artista/educador no Coletivo Fora da Garrafa.
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Luana Melinka, mãe solo, imigrante chilena, historiadora e multiartista. Integra a Cia. Livre de Dança e Cultura, o movimento Skate&CORES, o Selo El Rocha Records, o coletivo Passos Periféricos e a Batalha da Revolta.
Mediação: Diego Henrique, multiartista, cocriador da Produtora Alquimia PAM e membro do grupo de teatro Coletivo de Galochas.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Auditório do AHM
14h30 - Memória e Território: A pesquisa do Grupo Pandora de Teatro no bairro de Perus
roda de conversa
Como transformar as histórias e memórias de um território em cena? Nesse encontro o O Grupo Pandora de Teatro apresenta sua pesquisa "Teatro, Memória e Território" investigando dois marcos do repertório do grupo: "Relicário de Concreto" (2013), inspirado nas memórias dos trabalhadores da Fábrica de Cimento Portland Perus e na greve dos "Queixadas", e no espetáculo "Comum" (2018), inspirado na história da vala comum clandestina do Cemitério Dom Bosco. A atividade é uma imersão nesses processos criativos e na urgência de manter vivas as histórias que não podem ser esquecidas.
O Grupo Pandora de Teatro possui 22 anos de trabalho de pesquisa e criação teatral, fundado em 2004 a partir do Projeto Teatro Vocacional (SMC/PMSP), com intensa produção artística, o Grupo já realizou 18 montagens teatrais abordando em suas criações temáticas pertinentes à história de seu território e do Brasil, suas injustiças sociais e suas problemáticas, através de uma invenção poética que exalta a força da teatralidade. Foi contemplado por editais federais, estaduais e municipais, entre eles o Programa Municipal de Fomento ao Teatro. Desde 2016, o grupo ocupa um espaço público que estava abandonado e que nunca havia cumprido função social, realizando a gestão, produção e curadoria da programação da Ocupação Artística Canhoba, localizado no bairro de Perus, periferia de São Paulo/SP.
Classificação livre e sem necessidade de agendamento.
Local: Sala 26 do AHM
Todas as atividades são gratuitas e não exigem inscrição prévia, salvo indicação contrária. A programação completa também pode ser consultada presencialmente na recepção do AHM e nas nossas redes sociais. Venha celebrar com a gente a força dos arquivos como infraestrutura de memória, evidência e justiça social!
Estamos localizados na Praça Cel. Fernando Prestes, 152, ao lado da estação Tiradentes do Metrô (Linha 1 - Azul). Ainda dentro da estação há placas que orientam a chegada até o AHM. Saindo da catraca, siga as placas no sentido da saída B, suba as escadas e vá em direção à praça (sentido bairro). O Arquivo Histórico Municipal não dispõe de estacionamento. Venha nos visitar de transporte público!
Ficou com alguma dúvida?
Mande um e-mail para faleconosco.ahm@prefeitura.sp.gov.br
Ou ligue para 11 3396 6000.
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