Secretaria Especial de Comunicação
Programa de Automonitoramento Glicêmico faz cerca de 75 mil atendimentos mensais
Desde o início do Programa de Automonitoramento Glicêmico (AMG), o número de paulistanos portadores de diabetes mellitus atendidos integralmente pela Rede Municipal de Saúde cresceu 2.489%. Quando a Prefeitura assumiu o controle da distribuição de insumos, aproximadamente 3 mil pacientes estavam aptos para recebê-los gratuitamente.
O Programa de Automonitoramento Glicêmico (AMG) completa seis anos de atividades sob a coordenação da Prefeitura de São Paulo. Desde seu início, em agosto de 2005, até junho deste ano, o número de paulistanos portadores de diabetes mellitus atendidos integralmente pela Rede Municipal de Saúde cresceu 2.489%. Quando a administração municipal assumiu o controle da distribuição de insumos, aproximadamente 3 mil pacientes estavam aptos para recebê-los gratuitamente. Em junho de 2011, atingiu 74.678 pessoas.
Os dados comprovam a eficiência da aplicação do AMG pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Ano após ano, o programa é aperfeiçoado na busca de mais cadastrados. A estimativa é ter 86.382 cidadãos cadastrados até 2013.
As pessoas com diabetes insulinodependente podem apresentar variação da glicemia durante o dia. O automonitoramento permite ao profissional de saúde que acompanha o paciente ajustar a dose de insulina e verificar se há picos – ou de hiperglicemia ou de hipoglicemia – para ajustar tanto os insumos quanto a alimentação.
O cadastramento para receber o benefício deve ser feito necessariamente em uma unidade de saúde da rede ambulatorial de serviços. Os insumos para o tratamento serão entregues sempre a partir de agendamento e de acordo com as necessidades de cada paciente, nos locais de atendimento.
Em seis anos, duas iniciativas foram fundamentais para o crescimento do AMG: a descentralização dos agendamentos de retorno para todas as unidades de saúde e a implantação do AMG Siga, o sistema municipal de cadastro, o que possibilita avaliações mais abrangentes.
Em 2008, iniciou-se o processo de descentralização e todas as unidades foram capacitadas para atender e cadastrar pacientes.
Ao ingressar no AMG, o paciente garante a disponibilização do aparelho monitor para dosagem de glicemia capilar e o recebimento de lancetas para coleta de sangue por meio de punção digital; tiras reagentes para determinação de glicose; seringas descartáveis (0,5 ml - 50 UI) com agulha 8x0,3 (para crianças e adultos de baixo Índice de Massa Corpórea - IMC); seringas descartáveis (1 ml – 100 UI) com agulha 12x0,3 (para adultos); recipiente (3 l) para descarte de material pérfuro cortante; assim como as insulinas NPH e regular para portadores de DM insulinodependentes.
A diabetes mellitus (DM) é uma doença crônica, caracterizada pelo comprometimento do metabolismo da glicose. Ela é um dos principais problemas de saúde pública e necessita de um rigoroso controle da glicemia e de outras condições clínicas, no sentido de prevenir ou retardar a progressão da doença.
As duas abordagens fundamentais para avaliar o controle glicêmico são: dosagem da hemoglobina glicada (A1c) e o automonitoramento da glicemia capilar (AMGC).
Sucesso na Água Rasa
A UBS Água Rasa foi um pólo de distribuição do Programa de Automonitoramento Glicêmico na região sudeste da Capital. Em 2005, eram cinco unidades-pólo na Cidade. Hoje em dia, todas as UBSs prestam o serviço. Mas a unidade localizada na rua Serra do Jaire, 1.480, vivenciou todos os momentos do AMG no Município. Com a consolidação do programa, todos os 250 atendidos no local só têm elogios à iniciativa.
A dona de casa Benedicta Pieri foi à UBS Água Rasa para obter o medicamento de seu filho, Jean Francisco. Jean, de 29 anos, descobriu que tem o tipo 2 de diabetes aos 17. “Antigamente não havia esse programa e a gente gastava demais para conseguir os medicamentos. Aqui, a cada trimestre é possível mudar a dosagem. Tudo é controlado”, conta Benedicta.
A aposentada Julia Catharina Capor de Alencar, de 73 anos, conheceu o programa por meio de amigos e pacientes que convivem com diabetes. “Estou cadastrada desde 2008. Descobri o projeto graças ao bate-papo dos corredores de hospitais. Para mim, essa distribuição é ótima”, afirma.
Assim como Julia, Maria do Socorro Leão da Silva está no AMG desde 2008. Ela elogia o trabalho feito pela Prefeitura: “Acho essa iniciativa ótima. Aqui pegamos os remédios certos, no dia certo, e o atendimento é muito bom”.
Cadastrada no Programa desde 2006, Maria Margarida Pesqueiro, de 53 anos, lembrou que só iniciou o tratamento da diabetes depois de conhecer o AMG. “Descobri que tinha a doença há dez anos, quando fui ao dentista e minha gengiva não cicatrizava de jeito nenhum. Mas só com o programa passei a fazer o tratamento. Essa foi minha sorte”.
Os dados comprovam a eficiência da aplicação do AMG pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Ano após ano, o programa é aperfeiçoado na busca de mais cadastrados. A estimativa é ter 86.382 cidadãos cadastrados até 2013.
As pessoas com diabetes insulinodependente podem apresentar variação da glicemia durante o dia. O automonitoramento permite ao profissional de saúde que acompanha o paciente ajustar a dose de insulina e verificar se há picos – ou de hiperglicemia ou de hipoglicemia – para ajustar tanto os insumos quanto a alimentação.
O cadastramento para receber o benefício deve ser feito necessariamente em uma unidade de saúde da rede ambulatorial de serviços. Os insumos para o tratamento serão entregues sempre a partir de agendamento e de acordo com as necessidades de cada paciente, nos locais de atendimento.
Em seis anos, duas iniciativas foram fundamentais para o crescimento do AMG: a descentralização dos agendamentos de retorno para todas as unidades de saúde e a implantação do AMG Siga, o sistema municipal de cadastro, o que possibilita avaliações mais abrangentes.
Em 2008, iniciou-se o processo de descentralização e todas as unidades foram capacitadas para atender e cadastrar pacientes.
Ao ingressar no AMG, o paciente garante a disponibilização do aparelho monitor para dosagem de glicemia capilar e o recebimento de lancetas para coleta de sangue por meio de punção digital; tiras reagentes para determinação de glicose; seringas descartáveis (0,5 ml - 50 UI) com agulha 8x0,3 (para crianças e adultos de baixo Índice de Massa Corpórea - IMC); seringas descartáveis (1 ml – 100 UI) com agulha 12x0,3 (para adultos); recipiente (3 l) para descarte de material pérfuro cortante; assim como as insulinas NPH e regular para portadores de DM insulinodependentes.
A diabetes mellitus (DM) é uma doença crônica, caracterizada pelo comprometimento do metabolismo da glicose. Ela é um dos principais problemas de saúde pública e necessita de um rigoroso controle da glicemia e de outras condições clínicas, no sentido de prevenir ou retardar a progressão da doença.
As duas abordagens fundamentais para avaliar o controle glicêmico são: dosagem da hemoglobina glicada (A1c) e o automonitoramento da glicemia capilar (AMGC).
Sucesso na Água Rasa
A UBS Água Rasa foi um pólo de distribuição do Programa de Automonitoramento Glicêmico na região sudeste da Capital. Em 2005, eram cinco unidades-pólo na Cidade. Hoje em dia, todas as UBSs prestam o serviço. Mas a unidade localizada na rua Serra do Jaire, 1.480, vivenciou todos os momentos do AMG no Município. Com a consolidação do programa, todos os 250 atendidos no local só têm elogios à iniciativa.
A dona de casa Benedicta Pieri foi à UBS Água Rasa para obter o medicamento de seu filho, Jean Francisco. Jean, de 29 anos, descobriu que tem o tipo 2 de diabetes aos 17. “Antigamente não havia esse programa e a gente gastava demais para conseguir os medicamentos. Aqui, a cada trimestre é possível mudar a dosagem. Tudo é controlado”, conta Benedicta.
A aposentada Julia Catharina Capor de Alencar, de 73 anos, conheceu o programa por meio de amigos e pacientes que convivem com diabetes. “Estou cadastrada desde 2008. Descobri o projeto graças ao bate-papo dos corredores de hospitais. Para mim, essa distribuição é ótima”, afirma.
Assim como Julia, Maria do Socorro Leão da Silva está no AMG desde 2008. Ela elogia o trabalho feito pela Prefeitura: “Acho essa iniciativa ótima. Aqui pegamos os remédios certos, no dia certo, e o atendimento é muito bom”.
Cadastrada no Programa desde 2006, Maria Margarida Pesqueiro, de 53 anos, lembrou que só iniciou o tratamento da diabetes depois de conhecer o AMG. “Descobri que tinha a doença há dez anos, quando fui ao dentista e minha gengiva não cicatrizava de jeito nenhum. Mas só com o programa passei a fazer o tratamento. Essa foi minha sorte”.
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