Secretaria Especial de Comunicação
Solar da Marquesa de Santos, do século XVIII, está sendo restaurado pela Prefeitura
Nesta terça-feira (12/05) a prefeita de São Paulo em exercício inspecionou as obras de reforma do Solar da Marquesa de Santos, no Centro. Com custo de aproximadamente R$ 2 milhões, devem estar concluídas em 2010.
O Centro de São Paulo guarda verdadeiros tesouros históricos. Muita gente que caminha pelo Páteo do Colégio não imagina que ao lado, está o prédio do Solar da Marquesa de Santos, que pertenceu a Maria Domitila de Castro Canto e Melo, entre os anos de 1834 a 1867.
No local eram realizadas famosas festas da sociedade aristocrática brasileira.
Considerada um raro exemplar de residência urbana do século XVIII, o edifício está sendo restaurado pela Prefeitura, ao custo aproximado de R$ 2 milhões, com investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Nesta terça-feira (12/05) a prefeita de São Paulo em exercício inspecionou as obras de reforma que foram iniciadas em abril do ano passado e devem estar concluídas em 2010.
O Solar da Marquesa de Santos fica na rua Roberto Simonsen, ao lado de outras edificações do quadrilátero do Páteo do Colégio, onde se formaram as primeiras ruas da cidade.
O prédio passou por várias intervenções ao longo de sua história. Em 1880 foi transformado no Palácio Episcopal, em 1909, virou sede da The São Paulo Gaz Company – que posteriormente passou a se chamar Comgás.
No ano de 1975 tornou-se sede da Secretaria Municipal de Cultura. Em 1991, teve início a primeira reforma, executada para resgatar a caracterização original do imóvel.
O pavimento superior do Solar conserva até hoje paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII, e mantém características ambientais das intervenções do século XIX, como forros apainelados, pinturas murais e artísticas e pisos assoalhados, entre outras. Por estar em reforma, o prédio está fechado ao público.
O Solar abriga atividades museológicas e é a sede do Museu da Cidade de São Paulo, composto por 12 edificações espalhadas na Capital:
1 - Casa Modernista (rua Santa Cruz);
2 - Solar da Marquesa de Santos;
3 - Casa da Imagem (Centro);
4 - Beco (constituído por uma ruazinha de pedra, ao lado do Solar);
5 - Monumento à Independência (Ipiranga);
6 - Casa do Grito (Ipiranga);
7 - Casa do Bandeirante (Butantã);
8 - Casa do Sertanista (Caxingui);
9 - Capela do Morumbi (Morumbi);
10 - Sítio Morrinhos (Jardim São Bento);
11- Casa do Tatuapé (Tatuapé) e
12 - Sítio da Ressaca (Jabaquara).
A vice-prefeita disse que o Solar da Marquesa de Santos guarda mais de um século de história do Brasil. "É uma obra de importantíssimo valor cultural e vai incrementar o turismo cultural e educacional de nossa cidade. São Paulo, que tem uma grande rede de museus, não pode prescindir deste local onde muita história aconteceu", disse.
O secretário municipal da Cultura ressaltou que a obra de restauração do Solar faz parte projeto de revitalização do Centro que a Prefeitura vem realizando. "Este é um trabalho minucioso de restauro. O Solar da Marquesa faz parte da história da cidade. Este prédio representa o último exemplar de construção do século XVIII no centro da cidade, e tem uma localização privilegiada, por estar próximo à igreja do Páteo do Colégio", afirmou.
No local eram realizadas famosas festas da sociedade aristocrática brasileira.
Considerada um raro exemplar de residência urbana do século XVIII, o edifício está sendo restaurado pela Prefeitura, ao custo aproximado de R$ 2 milhões, com investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Nesta terça-feira (12/05) a prefeita de São Paulo em exercício inspecionou as obras de reforma que foram iniciadas em abril do ano passado e devem estar concluídas em 2010.
O Solar da Marquesa de Santos fica na rua Roberto Simonsen, ao lado de outras edificações do quadrilátero do Páteo do Colégio, onde se formaram as primeiras ruas da cidade.
O prédio passou por várias intervenções ao longo de sua história. Em 1880 foi transformado no Palácio Episcopal, em 1909, virou sede da The São Paulo Gaz Company – que posteriormente passou a se chamar Comgás.
No ano de 1975 tornou-se sede da Secretaria Municipal de Cultura. Em 1991, teve início a primeira reforma, executada para resgatar a caracterização original do imóvel.
O pavimento superior do Solar conserva até hoje paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII, e mantém características ambientais das intervenções do século XIX, como forros apainelados, pinturas murais e artísticas e pisos assoalhados, entre outras. Por estar em reforma, o prédio está fechado ao público.
O Solar abriga atividades museológicas e é a sede do Museu da Cidade de São Paulo, composto por 12 edificações espalhadas na Capital:
1 - Casa Modernista (rua Santa Cruz);
2 - Solar da Marquesa de Santos;
3 - Casa da Imagem (Centro);
4 - Beco (constituído por uma ruazinha de pedra, ao lado do Solar);
5 - Monumento à Independência (Ipiranga);
6 - Casa do Grito (Ipiranga);
7 - Casa do Bandeirante (Butantã);
8 - Casa do Sertanista (Caxingui);
9 - Capela do Morumbi (Morumbi);
10 - Sítio Morrinhos (Jardim São Bento);
11- Casa do Tatuapé (Tatuapé) e
12 - Sítio da Ressaca (Jabaquara).
A vice-prefeita disse que o Solar da Marquesa de Santos guarda mais de um século de história do Brasil. "É uma obra de importantíssimo valor cultural e vai incrementar o turismo cultural e educacional de nossa cidade. São Paulo, que tem uma grande rede de museus, não pode prescindir deste local onde muita história aconteceu", disse.
O secretário municipal da Cultura ressaltou que a obra de restauração do Solar faz parte projeto de revitalização do Centro que a Prefeitura vem realizando. "Este é um trabalho minucioso de restauro. O Solar da Marquesa faz parte da história da cidade. Este prédio representa o último exemplar de construção do século XVIII no centro da cidade, e tem uma localização privilegiada, por estar próximo à igreja do Páteo do Colégio", afirmou.
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