Secretaria Especial de Comunicação
Exposição fotográfica mostra detalhes do Parque do Povo
Ao longo de oito painéis são mostrados a história de implantação do parque; imagens anteriores e posteriores à retomada de posse, fotos aéreas e perspectivas virtuais sobre como ficará o parque, localizado entre as avenidas Cidade Jardim, Nações Unidas e rua Henrique Chamma.
Uma exposição com fotos sobre o Parque do Povo, instalada no hall de entrada do Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura, oferece ao visitante uma perspectiva objetiva da implantação desta ampla área verde no Itaim Bibi.
Ao longo de oito painéis são mostrados a história de implantação do parque; imagens anteriores e posteriores à retomada de posse e à execução de obras pela Prefeitura; mapas; fotos aéreas e perspectivas virtuais sobre como ficará o parque, localizado entre as avenidas Cidade Jardim, Nações Unidas e rua Henrique Chamma.
A área, com 112 mil m², passou mais de 20 anos ocupada irregularmente até ser doada ao Município, em agosto de 2006. Desde então, a Prefeitura, por meio da Coordenação das Subprefeituras, responsável pelo projeto, moveu diversas ações judiciais e retomou, até agora, oito das 11 áreas ocupadas irregularmente por associações desportivas que exploravam comercialmente o espaço.
As fotos apontam que as entidades Grêmio Esportivo União da Vila Olímpia, Associação Atlética Flor do Itaim e a Marítimo Futebol são as que ainda permanecem no local. Todas as demais construções existentes nos espaços retomados foram demolidas.
No último dia 30 de março, o prefeito de São Paulo, acompanhado pelo secretário de Coordenação das Subprefeituras, vistoriou o andamento dos trabalhos. "Mesmo com os entraves jurídicos, metade do espaço já está recuperada e 13,9 mil m² da área de caminhada e recreativa estão totalmente prontos", comentou o secretário.
"Podemos perceber que esta primeira etapa de implantação está em fase final, com quadras quase prontas. Em poucas semanas a população poderá utilizá-lo", disse o prefeito.
Por meio das fotos é possível conferir que a área foi limpa, com a remoção das construções ilegais e dos entulhos e a substituição por áreas verdes, calçadas e gradis.
O local ganhou pistas de caminhada, de ciclismo, um campo de futebol e três quadras poliesportivas, com marcações para modalidades paraolímpicas. Os passeios internos do parque e as calçadas no entorno são feitos com entulho reciclado e permeável às chuvas.
Quando as obras estiverem concluídas, as pistas de ciclismo e de caminhada terão 1.320 metros e 1.650 metros, respectivamente. As calçadas externas também foram projetadas para caminhada, com cerca de cinco metros de largura.
Um dos painéis da exposição mostra justamente uma projeção de como o parque ficará depois de pronto, com imensa área verde e florida, em meio às quadras, campo de futebol e trilhas, assemelhando-se a um clube de alto padrão, só que aberto à população. A estimativa é que o local receba cerca de 5 mil visitantes por fim de semana.
A vegetação escolhida para o parque prioriza maior captação de água da chuva. As trilhas contarão com espécies de árvores nativas; samambaias, orquídeas, bromélias; árvores e arbustos frutíferos; além da recuperação da vegetação original do local, como os eucaliptos.
As obras são conduzidas pela construtora WTorre, parceira da Prefeitura, que está investindo R$ 6 milhões na implantação do parque.
Os cuidados com o local ficam sob responsabilidade da empresa durante três anos, a partir da assinatura do termo de cooperação com a Prefeitura, ocorrida em 15 de junho de 2007.
Ao longo de oito painéis são mostrados a história de implantação do parque; imagens anteriores e posteriores à retomada de posse e à execução de obras pela Prefeitura; mapas; fotos aéreas e perspectivas virtuais sobre como ficará o parque, localizado entre as avenidas Cidade Jardim, Nações Unidas e rua Henrique Chamma.
A área, com 112 mil m², passou mais de 20 anos ocupada irregularmente até ser doada ao Município, em agosto de 2006. Desde então, a Prefeitura, por meio da Coordenação das Subprefeituras, responsável pelo projeto, moveu diversas ações judiciais e retomou, até agora, oito das 11 áreas ocupadas irregularmente por associações desportivas que exploravam comercialmente o espaço.
As fotos apontam que as entidades Grêmio Esportivo União da Vila Olímpia, Associação Atlética Flor do Itaim e a Marítimo Futebol são as que ainda permanecem no local. Todas as demais construções existentes nos espaços retomados foram demolidas.
No último dia 30 de março, o prefeito de São Paulo, acompanhado pelo secretário de Coordenação das Subprefeituras, vistoriou o andamento dos trabalhos. "Mesmo com os entraves jurídicos, metade do espaço já está recuperada e 13,9 mil m² da área de caminhada e recreativa estão totalmente prontos", comentou o secretário.
"Podemos perceber que esta primeira etapa de implantação está em fase final, com quadras quase prontas. Em poucas semanas a população poderá utilizá-lo", disse o prefeito.
Por meio das fotos é possível conferir que a área foi limpa, com a remoção das construções ilegais e dos entulhos e a substituição por áreas verdes, calçadas e gradis.
O local ganhou pistas de caminhada, de ciclismo, um campo de futebol e três quadras poliesportivas, com marcações para modalidades paraolímpicas. Os passeios internos do parque e as calçadas no entorno são feitos com entulho reciclado e permeável às chuvas.
Quando as obras estiverem concluídas, as pistas de ciclismo e de caminhada terão 1.320 metros e 1.650 metros, respectivamente. As calçadas externas também foram projetadas para caminhada, com cerca de cinco metros de largura.
Um dos painéis da exposição mostra justamente uma projeção de como o parque ficará depois de pronto, com imensa área verde e florida, em meio às quadras, campo de futebol e trilhas, assemelhando-se a um clube de alto padrão, só que aberto à população. A estimativa é que o local receba cerca de 5 mil visitantes por fim de semana.
A vegetação escolhida para o parque prioriza maior captação de água da chuva. As trilhas contarão com espécies de árvores nativas; samambaias, orquídeas, bromélias; árvores e arbustos frutíferos; além da recuperação da vegetação original do local, como os eucaliptos.
As obras são conduzidas pela construtora WTorre, parceira da Prefeitura, que está investindo R$ 6 milhões na implantação do parque.
Os cuidados com o local ficam sob responsabilidade da empresa durante três anos, a partir da assinatura do termo de cooperação com a Prefeitura, ocorrida em 15 de junho de 2007.
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