Secretaria Especial de Comunicação
Com criatividade, vacinação contra a rubéola atinge 97% do público-alvo
Para comemorar a conquista, a Covisa premiou algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Superviões de Vigilância em Saúde (Suvis) que realizaram trabalhos de destaque.
A cidade de São Paulo alcançou um resultado inédito entre as principais capitais brasileiras durante a campanha nacional de vacinação contra a rubéola. A Secretaria Municipal da Saúde vacinou 3.743.389 paulistanos, ou seja, quase 97% da população com idade entre 20 e 39 anos. Para comemorar essa conquista, o evento "São Paulo sem rubéola", organizado pela Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), premiou na última quarta-feira (16/12) algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Supervisões de Vigilância em Saúde (Suvis) que realizaram trabalhos de destaque.
Entre os quesitos avaliados para a premiação estão estratégias criativas e inovadoras, como promover a vacinação de pessoas em baladas e bares. Foram premiadas também unidades com maior número de vacinação de homens e maior número de doses aplicadas.
Membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Pan-Americana (Opas) de Saúde vieram à cidade para acompanhar o trabalho e se entusiasmaram com a iniciativa, que serviu de exemplo para outras cidades.
O secretário da Saúde em exercício elogiou a dedicação dos agentes de saúde na abertura do evento. "Está aí o grande diferencial do município de São Paulo. Sair em campo e fazer acontecer. Atuamos nos campos de futebol, no Metrô, nas feiras livres e lojas. Nunca tínhamos visto esse tipo de ação. Por isso, ultrapassamos a meta".
A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola teve início em 9 de agosto e término em 12 de dezembro deste ano, na capital paulista. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde era a vacinação de 95% da população nessa faixa de idade. Para perseguir esse objetivo, o município mobilizou uma equipe de 12 mil profissionais e disponibilizou 4 milhões de vacinas.
Foi necessária muita criatividade para chegar ao público-alvo. Algumas Supervisões de Vigilância em Saúde foram além e montaram equipes para trabalhar de madrugada, em baladas e barzinhos. Outras foram ao comércio e fizeram vacinação dentro das lojas.
Até nos estádios de futebol houve vacinação. "Essa campanha, com certeza, vai entrar para a história do Programa Nacional de Imunização. Mostrou que tivemos muita criatividade e trabalho para alcançar a meta e ainda temos muito que fazer", destacou a enfermeira Maria Lígia Bacciote Nerger, subgerente de imunização da Covisa. Segundo ela, o maior desafio foi conseguir a adesão de um número maior de pessoas de 30 a 39 anos, os que mais resistiram à vacina. Os mais jovens, de 20 a 29 anos, responderam mais rapidamente à convocação.
A vacina continuará disponível nas Unidades Básicas de Saúde. Para ter conhecimento do posto mais próximo, basta ligar gratuitamente para o número 156 ou acessar a página da SMS na internet.
Causada por um vírus, a rubéola é uma doença altamente contagiosa que afeta crianças e adultos suscetíveis, manifestando-se pela presença de febre e manchas vermelhas pelo corpo.
O quadro grave da infecção ocorre na gravidez, causando complicações como aborto, infecção crônica do feto e malformações congênitas - surdez e alterações neurológicas, por exemplo. A vacina é uma medida eficaz de prevenção utilizada rotineiramente na cidade de São Paulo desde 1992.
Entre os quesitos avaliados para a premiação estão estratégias criativas e inovadoras, como promover a vacinação de pessoas em baladas e bares. Foram premiadas também unidades com maior número de vacinação de homens e maior número de doses aplicadas.
Membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Pan-Americana (Opas) de Saúde vieram à cidade para acompanhar o trabalho e se entusiasmaram com a iniciativa, que serviu de exemplo para outras cidades.
O secretário da Saúde em exercício elogiou a dedicação dos agentes de saúde na abertura do evento. "Está aí o grande diferencial do município de São Paulo. Sair em campo e fazer acontecer. Atuamos nos campos de futebol, no Metrô, nas feiras livres e lojas. Nunca tínhamos visto esse tipo de ação. Por isso, ultrapassamos a meta".
A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola teve início em 9 de agosto e término em 12 de dezembro deste ano, na capital paulista. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde era a vacinação de 95% da população nessa faixa de idade. Para perseguir esse objetivo, o município mobilizou uma equipe de 12 mil profissionais e disponibilizou 4 milhões de vacinas.
Foi necessária muita criatividade para chegar ao público-alvo. Algumas Supervisões de Vigilância em Saúde foram além e montaram equipes para trabalhar de madrugada, em baladas e barzinhos. Outras foram ao comércio e fizeram vacinação dentro das lojas.
Até nos estádios de futebol houve vacinação. "Essa campanha, com certeza, vai entrar para a história do Programa Nacional de Imunização. Mostrou que tivemos muita criatividade e trabalho para alcançar a meta e ainda temos muito que fazer", destacou a enfermeira Maria Lígia Bacciote Nerger, subgerente de imunização da Covisa. Segundo ela, o maior desafio foi conseguir a adesão de um número maior de pessoas de 30 a 39 anos, os que mais resistiram à vacina. Os mais jovens, de 20 a 29 anos, responderam mais rapidamente à convocação.
A vacina continuará disponível nas Unidades Básicas de Saúde. Para ter conhecimento do posto mais próximo, basta ligar gratuitamente para o número 156 ou acessar a página da SMS na internet.
Causada por um vírus, a rubéola é uma doença altamente contagiosa que afeta crianças e adultos suscetíveis, manifestando-se pela presença de febre e manchas vermelhas pelo corpo.
O quadro grave da infecção ocorre na gravidez, causando complicações como aborto, infecção crônica do feto e malformações congênitas - surdez e alterações neurológicas, por exemplo. A vacina é uma medida eficaz de prevenção utilizada rotineiramente na cidade de São Paulo desde 1992.
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