Secretaria Especial de Comunicação

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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007 | Horário: 12:25
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A partir desta sexta, ligações para o sistema 156 são gratuitas

As ligações para a Central de Atendimento 156, de agora em diante, serão pagas pela Prefeitura, graças à economia de R$ 15 milhões anuais obtida na licitação em que foi contratada a nova empresa que passou a operar a Central, em abril de 2006.
O prefeito de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (26/01), o início da gratuidade das ligações para a Central de Atendimento 156. Agora, os moradores de São Paulo ou os cidadãos que, no momento da ligação, se encontrarem no perímetro da cidade e necessitarem de informações de órgãos municipais ou sobre serviços metropolitanos não irão pagar pelo serviço.

Acompanhado dos secretários de Gestão e de Habitação, o prefeito visitou a Central de Atendimento, na Zona Sul, para conferir a prestação do serviço. "A partir de hoje, o usuário que acessar a Central de Atendimento do 156 não será mais cobrado, o que é um avanço, uma melhoria nos serviços prestados aos cidadãos de São Paulo", afirmou. Ele também apontou a eficiência do serviço: "Informações colhidas nos últimos meses mostram que o funcionamento é adequado e uma pesquisa aponta 94% de satisfação entre os usuários".

Economia

As ligações para a Central de Atendimento 156, de agora em diante, serão pagas pela Prefeitura, graças à economia de R$ 15 milhões anuais obtida na licitação em que foi contratada a nova empresa que passou a operar a Central, em abril de 2006. Esta economia foi de 50% sobre o valor que até então era pago. Os cidadãos pagavam as chamadas para o serviço 156 desde a sua criação, em 2002. A maioria das ligações feitas ao 156 é para obter informações sobre as condições de trânsito, os itinerários dos ônibus da cidade e para fazer pedidos de serviços de iluminação pública.

A Secretaria Municipal de Gestão contratou a empresa Call Tecnologia e Serviços para operar a Central 156, por quase a metade do preço pago anteriormente, sendo que ficou estipulado pelo novo contrato um serviço 15% maior. Com a economia obtida, a Prefeitura decidiu tornar gratuita a ligação para a Central 156.

Pagamento

De acordo com estimativas da secretaria, a gratuidade nas ligações para a Central 156 custará entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões por ano. A empresa Call receberá R$ 1,25 milhão por mês até março de 2008, um total de R$ 30 milhões por dois anos de prestação de serviços. Obteve o contrato num pregão presencial que contou com a participação de dez empresas e cuja transparência incluiu a realização de consulta pública, que colheu subsídios para a elaboração do texto final do edital de licitação.

O contrato estabeleceu um total de 300 pontos de atendimento, ampliando em 15% os 260 pontos que constavam do contrato anterior. Atualmente, são atendidas aproximadamente 1 milhão de ligações por mês. A expectativa é de que, com a gratuidade, esta demanda aumente para 1,3 milhão de ligações mensais. Por isso, caso a previsão se concretize, os pontos de atendimento também devem ser ampliados em 30%.

Agora, para a implantação da gratuidade, a Secretaria Municipal de Gestão realizou negociações técnicas com a Anatel, agência reguladora da telefonia, para que a Prefeitura fosse autorizada a pagar as ligações para o 156. Depois de conseguir a autorização, em outra licitação bem sucedida, a Secretaria contratou empresa telefônica que, em 45 dias, implantou o novo sistema de cobrança de ligações no destino, o que permite a contabilização dos gastos na conta da Central de Atendimento.

Melhoria no atendimento

Desde que pôde assumir o controle técnico do 156, em outubro de 2005, a Secretaria Municipal de Gestão reestruturou este serviço e obteve melhoria no atendimento, confirmada em uma pesquisa realizada no período de 2 a 23 deste mês. Dos munícipes que, de forma espontânea, decidiram responder se estavam ou não satisfeitos com o atendimento recebido no 156, nada menos que 94% se declararam satisfeitos.

Além da gratuidade nas ligações, os paulistanos ganham ainda um novo serviço da Prefeitura, prestado pela Central de Atendimento 156. Trata-se do Serviço de Mensagem de Voz para Telefone Fixo ou Celular, que beneficia aqueles que cadastram seus números de telefone para receber informações sobre processos administrativos, como já ocorre com e-mails.

Podem ser informações sobre a existência de pendências que paralisam o trâmite dos processos, hoje informadas aos munícipes pelo Diário Oficial da Cidade sob o título "Comunique-se", ou sobre "Desarquivamento" de processos antigos ou, ainda, "Despacho", que é a decisão final do processo.

Também já está em funcionamento o novo Serviço de Retorno, pelo qual a Central de Atendimento 156 liga para os munícipes que, por qualquer motivo, ligaram e não conseguiram completar a ligação. Nos primeiros 18 dias de janeiro, este serviço conseguiu localizar e atender 6.233 pessoas das 10.756 que ligaram e desligaram em seguida.

"Torpedos"

Os munícipes serão beneficiados pela Prefeitura em breve com outro serviço, o de Mensagem Escrita no Celular, o chamado "Torpedo". Por este serviço, os que cadastrarem seus celulares ao ligarem para o 156 solicitando um serviço, vão receber - no momento em que isso ocorrer - a confirmação de que foram acionados os órgãos municipais que atenderão as suas demandas.

De início, a confirmação poderá se limitar às demandas de extermínio de foco de dengue, de correção de má conduta no serviço de transportes públicos e de recolhimento de lixo ou de limpeza de via pública com urgência. E, na medida em que outras necessidades sejam constatadas, o serviço será ampliado.

Cooperação

Ao tornar o 156 gratuito, a Prefeitura também tem um objetivo administrativo estratégico: o de colocar nas mãos dos cidadãos um importante instrumento de cooperação no controle e na fiscalização da melhoria constante da qualidade dos serviços que presta à população.

Para a Prefeitura, esta cooperação será o resultado natural do cumprimento da missão da Central de Atendimento, que é a de fornecer informações oficiais de órgãos municipais e encaminhar a estes órgãos pedidos de serviços feitos pelos cidadãos paulistanos.

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