Secretaria Especial de Comunicação
Plantio de 1.500 árvores compensa emissões de carbono no Carnaval
A iniciativa também reforça a importância da discussão do tema em todas as esferas sociais, principalmente por se tratar da maior festa popular do País.
O Carnaval está chegando, mas a preocupação com o meio ambiente não pára com a folia. A necessidade de minimizar os impactos do aquecimento global levou a Fundação SOS Mata Atlântica, a São Paulo Turismo (SPTuris) e a Key Associados a se unirem em uma ação inédita: as emissões de gás carbônico gerado nos quatro dias de desfile das escolas de samba de São Paulo serão compensadas com o plantio de mais de 1.500 árvores em áreas de reflorestamento de Mata Atlântica.
Ao inserir o evento carnavalesco no Sambódromo do Anhembi no método de compensação ambiental que a Prefeitura vai exigir em todos os demais eventos realizados nos parques da Cidade a partir de março, a administração municipal, por meio da SPTuris, pretende dar o exemplo para que outras iniciativas compensatórias sejam apresentadas espontaneamente pela iniciativa privada em São Paulo. A iniciativa também reforça a importância da discussão do tema em todas as esferas sociais, principalmente por se tratar da maior festa popular do País.
“Vamos fazer do Carnaval de São Paulo o primeiro ecologicamente correto da história", diz o presidente da SPTuris, empresa de turismo e eventos da Cidade, responsável pela organização do Carnaval. "Com este tipo de ação podemos diminuir o impacto de gases como o dióxido de carbono (CO2), que são emitidos na natureza, gerando o efeito estufa e as mudanças climáticas, um problema atual no planeta", observa Adauto Basílio, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica.
A elevação do nível dos oceanos, os incêndios mais freqüentes em áreas florestais e as alterações nas correntes marítimas são alguns dos resultados já aparentes. Para conscientizar a população sobre a necessidade de tomar atitudes no sentido de diminuir o impacto das mudanças climáticas, a Fundação SOS Mata Atlântica vai colocar faixas e banners no Sambódromo. A bandeira de 100 m² da ONG também será aberta no primeiro dia do evento, amanhã. As árvores correspondentes à compensação do Carnaval serão plantadas em Mogi das Cruzes.
Os cálculos da neutralização de carbono no Carnaval foram feitos pela consultoria Key Associados. Dados sobre consumo de energia elétrica, gás, transporte e lixo produzido pelo evento foram levantados pelos especialistas para chegar ao cálculo aproximado de 700 toneladas de carbono. "Este número será conferido após o evento, quando fazemos nova checagem dos dados", informa Marco Antonio Fujihara, diretor da Key.
No Programa Florestas do Futuro da Fundação SOS Mata Atlântica, as árvores relativas à neutralização são plantadas em áreas de reflorestamento, com mudas nativas, privilegiando regiões de mata ciliar - às margens dos rios. Todo o processo é de responsabilidade da ONG, que contata proprietários de terra, viveiros de mudas nativas, realiza e acompanha o plantio por cinco anos, com auditoria da Price Waterhouse.
Assim como várias empresas já aderiram à campanha pela neutralização de carbono, qualquer cidadão pode calcular quanto emite de CO2 na natureza e quantas árvores deve plantar. Basta entrar no site www.florestasdofuturo.org.br e clicar na Calculadora de CO2.
Ao inserir o evento carnavalesco no Sambódromo do Anhembi no método de compensação ambiental que a Prefeitura vai exigir em todos os demais eventos realizados nos parques da Cidade a partir de março, a administração municipal, por meio da SPTuris, pretende dar o exemplo para que outras iniciativas compensatórias sejam apresentadas espontaneamente pela iniciativa privada em São Paulo. A iniciativa também reforça a importância da discussão do tema em todas as esferas sociais, principalmente por se tratar da maior festa popular do País.
“Vamos fazer do Carnaval de São Paulo o primeiro ecologicamente correto da história", diz o presidente da SPTuris, empresa de turismo e eventos da Cidade, responsável pela organização do Carnaval. "Com este tipo de ação podemos diminuir o impacto de gases como o dióxido de carbono (CO2), que são emitidos na natureza, gerando o efeito estufa e as mudanças climáticas, um problema atual no planeta", observa Adauto Basílio, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica.
A elevação do nível dos oceanos, os incêndios mais freqüentes em áreas florestais e as alterações nas correntes marítimas são alguns dos resultados já aparentes. Para conscientizar a população sobre a necessidade de tomar atitudes no sentido de diminuir o impacto das mudanças climáticas, a Fundação SOS Mata Atlântica vai colocar faixas e banners no Sambódromo. A bandeira de 100 m² da ONG também será aberta no primeiro dia do evento, amanhã. As árvores correspondentes à compensação do Carnaval serão plantadas em Mogi das Cruzes.
Os cálculos da neutralização de carbono no Carnaval foram feitos pela consultoria Key Associados. Dados sobre consumo de energia elétrica, gás, transporte e lixo produzido pelo evento foram levantados pelos especialistas para chegar ao cálculo aproximado de 700 toneladas de carbono. "Este número será conferido após o evento, quando fazemos nova checagem dos dados", informa Marco Antonio Fujihara, diretor da Key.
No Programa Florestas do Futuro da Fundação SOS Mata Atlântica, as árvores relativas à neutralização são plantadas em áreas de reflorestamento, com mudas nativas, privilegiando regiões de mata ciliar - às margens dos rios. Todo o processo é de responsabilidade da ONG, que contata proprietários de terra, viveiros de mudas nativas, realiza e acompanha o plantio por cinco anos, com auditoria da Price Waterhouse.
Assim como várias empresas já aderiram à campanha pela neutralização de carbono, qualquer cidadão pode calcular quanto emite de CO2 na natureza e quantas árvores deve plantar. Basta entrar no site www.florestasdofuturo.org.br e clicar na Calculadora de CO2.
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