Secretaria Especial de Comunicação
AMA amplia atendimento de saúde na Cidade
Desde que foram criadas, as AMAs já ofereceram 2,5 milhões de consultas médicas, o que, segundo estudo da Secretaria de Saúde, comprova a melhoria no atendimento ao público.
Desde que foi criado, em março de 2005, o projeto para ampliar a rede de atendimento de saúde por intermédio das AMAs (Assistência Médica Ambulatorial) ofereceu à população mais de 2,5 milhões de consultas médicas na capital.
Os números referem-se ao ano de 2006, quando a média de procedimentos nessas unidades de saúde foi de 208 mil/mês. Ao todo, são 41 AMAs em funcionamento. Outras dez unidades serão inauguradas em breve, encurtando o caminho para que seja atingida a meta de uma centena delas.
Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) indica que a abertura dessas unidades facilita o acesso dos moradores das áreas mais carentes a consultas e tratamentos menos complexos oferecidos pela rede pública de saúde. Os dados apontam queda média de 14,9% no volume de consultas de urgência nos prontos-socorros dos hospitais municipais.
Os resultados são mais significativos nas regiões Leste - nos extremos da periferia, que concentram doze AMAs - e Sudeste, onde estão instaladas nove unidades. Das novas AMAs a ser entregues (em fase de construção ou em funcionamento experimental), serão mais quatro na Zona Leste, em Itaquera, Guaianases e duas em São Miguel Paulista; quatro na Zona Norte, nos bairros de Jaçanã, Casa Verde e duas na Brasilândia; uma unidade na Lapa, Zona Oeste, e uma no Jabaquara, Zona Sul. Nas regiões Sul e Norte também foi registrada diminuição da procura pelos prontos-socorros, com queda de 9,2% no atendimento.
A AMA é uma unidade de saúde criada pela Prefeitura para agilizar o atendimento ao munícipe e diminuir as filas de espera nos prontos-socorros e hospitais da Cidade. Mesmo sem consulta previamente marcada, os pacientes podem ser prontamente atendidos, se apresentarem apenas sintomas de casos considerados pelos médicos de baixa complexidade. Incluem-se nesses casos problemas de gripe, pequenas dores e febre.
O paciente atendido na AMA passa por avaliação médica, recebe medicação e pode ser encaminhado a uma UBS (Unidade Básica de Saúde) para continuidade do tratamento. "Se for constatado um caso mais grave, é transferido, em ambulância da própria AMA, para um hospital de referência mais próximo", explica a secretária municipal da Saúde.
Além das consultas, usuários do serviço passaram a realizar nas AMAs procedimentos como inalações, reidratação e recebimento de medicamentos. As unidades funcionam de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h. As equipes que compõem os turnos são formadas em geral por 2 clínicos gerais, 2 pediatras e um cirurgião, além de enfermeiros e funcionários administrativos.
Bom desempenho
A maior parte dos usuários das AMAs classifica o atendimento nessas unidades de saúde como bom ou ótimo. As opiniões foram coletadas pelo Ibope, numa pesquisa realizada nas cinco regiões da Capital.
De acordo com o levantamento, 94% dos 400 entrevistados aprovam o trabalho realizado por estas unidades. Entre os participantes da pesquisa, 89% consideram o atendimento recebido bom ou ótimo.
Para 21% dos entrevistados na pesquisa, as AMAs se caracterizam por apresentar rapidez no atendimento. Outros 13% elogiam a atenção dispensada pelos médicos no momento da consulta e 11% destacam a qualidade geral do atendimento pelos funcionários. Além desses itens, os usuários que participaram da enquete apontam também como quesito positivo o acesso aos medicamentos, a eficiência dos profissionais, a limpeza das dependências e a localização.
O nível de satisfação aparece também na intenção de recomendar a unidade utilizada a amigos e vizinhos, com 82% de respostas afirmativas. Dos pacientes que já foram atendidos perguntados, 81% "certamente" retornariam para uma segunda consulta, caso fosse necessário.
A primeira AMA foi inaugurada em 21 de março de 2005 no Jardim Ângela, Zona Sul. O novo modelo de saúde foi inicialmente denominado Unidade de Apoio e Retaguarda de Saúde (Uars). Começou a funcionar atendendo os moradores da região de M´Boi Mirim.
Em visita à unidade no início deste ano, o prefeito de São Paulo conferiu o funcionamento da primeira AMA da cidade, responsável hoje por 13 mil atendimentos por mês.
Os números referem-se ao ano de 2006, quando a média de procedimentos nessas unidades de saúde foi de 208 mil/mês. Ao todo, são 41 AMAs em funcionamento. Outras dez unidades serão inauguradas em breve, encurtando o caminho para que seja atingida a meta de uma centena delas.
Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) indica que a abertura dessas unidades facilita o acesso dos moradores das áreas mais carentes a consultas e tratamentos menos complexos oferecidos pela rede pública de saúde. Os dados apontam queda média de 14,9% no volume de consultas de urgência nos prontos-socorros dos hospitais municipais.
Os resultados são mais significativos nas regiões Leste - nos extremos da periferia, que concentram doze AMAs - e Sudeste, onde estão instaladas nove unidades. Das novas AMAs a ser entregues (em fase de construção ou em funcionamento experimental), serão mais quatro na Zona Leste, em Itaquera, Guaianases e duas em São Miguel Paulista; quatro na Zona Norte, nos bairros de Jaçanã, Casa Verde e duas na Brasilândia; uma unidade na Lapa, Zona Oeste, e uma no Jabaquara, Zona Sul. Nas regiões Sul e Norte também foi registrada diminuição da procura pelos prontos-socorros, com queda de 9,2% no atendimento.
A AMA é uma unidade de saúde criada pela Prefeitura para agilizar o atendimento ao munícipe e diminuir as filas de espera nos prontos-socorros e hospitais da Cidade. Mesmo sem consulta previamente marcada, os pacientes podem ser prontamente atendidos, se apresentarem apenas sintomas de casos considerados pelos médicos de baixa complexidade. Incluem-se nesses casos problemas de gripe, pequenas dores e febre.
O paciente atendido na AMA passa por avaliação médica, recebe medicação e pode ser encaminhado a uma UBS (Unidade Básica de Saúde) para continuidade do tratamento. "Se for constatado um caso mais grave, é transferido, em ambulância da própria AMA, para um hospital de referência mais próximo", explica a secretária municipal da Saúde.
Além das consultas, usuários do serviço passaram a realizar nas AMAs procedimentos como inalações, reidratação e recebimento de medicamentos. As unidades funcionam de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h. As equipes que compõem os turnos são formadas em geral por 2 clínicos gerais, 2 pediatras e um cirurgião, além de enfermeiros e funcionários administrativos.
Bom desempenho
A maior parte dos usuários das AMAs classifica o atendimento nessas unidades de saúde como bom ou ótimo. As opiniões foram coletadas pelo Ibope, numa pesquisa realizada nas cinco regiões da Capital.
De acordo com o levantamento, 94% dos 400 entrevistados aprovam o trabalho realizado por estas unidades. Entre os participantes da pesquisa, 89% consideram o atendimento recebido bom ou ótimo.
Para 21% dos entrevistados na pesquisa, as AMAs se caracterizam por apresentar rapidez no atendimento. Outros 13% elogiam a atenção dispensada pelos médicos no momento da consulta e 11% destacam a qualidade geral do atendimento pelos funcionários. Além desses itens, os usuários que participaram da enquete apontam também como quesito positivo o acesso aos medicamentos, a eficiência dos profissionais, a limpeza das dependências e a localização.
O nível de satisfação aparece também na intenção de recomendar a unidade utilizada a amigos e vizinhos, com 82% de respostas afirmativas. Dos pacientes que já foram atendidos perguntados, 81% "certamente" retornariam para uma segunda consulta, caso fosse necessário.
A primeira AMA foi inaugurada em 21 de março de 2005 no Jardim Ângela, Zona Sul. O novo modelo de saúde foi inicialmente denominado Unidade de Apoio e Retaguarda de Saúde (Uars). Começou a funcionar atendendo os moradores da região de M´Boi Mirim.
Em visita à unidade no início deste ano, o prefeito de São Paulo conferiu o funcionamento da primeira AMA da cidade, responsável hoje por 13 mil atendimentos por mês.
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