Secretaria Municipal da Saúde
Cosap recebe 25 casinhas para cães e gatos doadas pela Polícia Penal

Em ação que une bem-estar animal, sustentabilidade e reintegração social, a Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico - Centro Municipal de Adoção de Cães e Gatos recebeu nesta segunda-feira (5) da Polícia Penal do Estado de São Paulo a doação de 25 casinhas para cães e gatos.
Elaboradas pelo projeto “Mãos e Patas: Segurança e Acolhimento”, as casinhas foram produzidas com madeira apreendida em ações de fiscalização ambiental, que ganhou nova destinação pelo trabalho de pessoas privadas de liberdade.
A proposta de doação partiu da própria Polícia Penal, reforçando o compromisso institucional com ações de impacto social positivo. A iniciativa promove o reaproveitamento sustentável de materiais de origem ilegal e contribui para a ressocialização dos apenados.
Todas as casinhas doadas à Cosap seguem um modelo padronizado, com dimensões aproximadas de 64 centímetros de largura, 65 centímetros de profundidade e 79 centímetros de altura. As estruturas são iguais entre si e adequadas tanto para cães quanto para gatos.
Inicialmente, os abrigos serão utilizados nos canis da Cosap, fortalecendo a infraestrutura de acolhimento dos animais sob cuidados do órgão. Parte das unidades também poderá ser destinada a protetores independentes cadastrados, ampliando o alcance da ação no município.
A entrega contou com a presença do diretor-geral da Polícia Penal do Estado de São Paulo, Rodrigo Santos Andrade, que destacou que a iniciativa segue experiências já realizadas em outras regiões do estado.
Nova destinação
Após a apreensão e a confirmação da ilegalidade, a madeira é destinada conforme prevê a legislação ambiental, podendo ser doada a instituições públicas ou a projetos sociais. Esse processo é formalizado pela Polícia Militar Ambiental por meio de termos de doação, o que garante a rastreabilidade do material e sua correta aplicação em ações de interesse coletivo.
São bancos, mesas, cadeiras e brinquedos de madeira apreendida pela Polícia Militar, transformada em móveis por presos que cumprem pena nas penitenciárias paulistas e destinados a entidades e equipamentos públicos.
As ações demonstram como materiais provenientes de descaminho podem ser reinseridos de forma responsável, atendendo à saúde pública, ao meio ambiente e à causa animal.
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