Secretaria Municipal da Saúde
“Dia B da Saúde Bucal” teve 728 atendimentos a estudantes de escolas municipais

Atendimento na EMEF José Carlos Dias, na zona norte da capital, durante o Dia B da Saúde Bucal (Acervo/SMS)
O Dia B da Saúde Bucal”, realizado na última sexta-feira (20) pelas equipes de Saúde Bucal da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) em seis escolas da rede municipal de ensino, realizou um total de 728 atendimentos a crianças e adolescentes, entre escovação supervisionada, aplicação tópica de flúor, verniz de flúor, selante e tratamento restaurador atraumático (ART).
Marta Cipriano, coordenadora de Saúde Bucal da SMS, explica que as intervenções foram realizadas de acordo com a triagem de risco odontológica previamente realizada como parte do Programa Saúde na Escola (PSE), parceria da SMS com a Secretaria Municipal da Educação (SME). “Estudantes considerados de baixo risco, sem problemas de saúde bucal detectados, receberam orientações de higiene oral e aprenderam a escovação correta; para os alunos de médio e alto risco, fizemos aplicação de flúor, de cariostático e o tratamento restaurador atraumático (ART), um procedimento odontológico não invasivo indicado para paralisar cáries, em que o dentista remove tecido cariado apenas com instrumentos manuais, selando a cavidade com cimento de ionômero de vidro”, explica a gestora.
Na cidade de São Paulo, o índice de cárie entre crianças de 5 anos de idade é de 0,97, e 0,49 na faixa de de 12 anos de idade. Em 2025, um total de 362.448 alunos de Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e Escolas Municipais de Educação Fundamental (EMEFs) passaram por triagem odontológica dentro do PSE, que realizou 577.858 ações em Saúde Bucal.
Ao longo do Dia B, as 32 equipes de Saúde Bucal de 25 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital realizaram 356 ARTs em 192 crianças. A assessora técnica de Saúde Bucal Thais Staut Zukeran explica que a aplicação do ART no ambiente escolar contribui para a diminuição do absenteísmo e favorece a continuidade do cuidado. “A estratégia permite a intervenção precoce em lesões de cárie, evitando a evolução, ao mesmo tempo em que preserva a estrutura dentária; além disso, por não exigir anestesia e ocorrer em um ambiente familiar, tende a ser melhor aceita pelas crianças, reduzindo medo e ansiedade.”
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