Secretaria Municipal da Saúde
Cuidado vira língua oficial do Carnaval paulistano

Posto médico da Secretaria Municipal da Saúde garante atendimento rápido e gratuito aos foliões durante o Carnaval de rua de São Paulo, reforçando a segurança e o bem-estar de quem veio celebrar (Acervo/Ascom)
A terça-feira (17) de carnaval na capital teve dezenas de blocos, a começar pelo tradicional Galo da Madrugada, no Parque Ibirapuera, região sul da cidade. Originário de Pernambuco, o Galo, como é conhecido, costuma reunir público variado, de diferentes regiões do país. É o caso da cientista social Nathalia Triveloni, de 40 anos de idade, e da amiga dela, a jornalista Giselle Soares, 40, que participaram da folia para vivenciar a cultura de seus estados de origem, na maior cidade brasileira. “A festa de hoje é bem importante para que pessoas que migraram do Nordeste para São Paulo possam estar perto da sua cultura, faz bem para a saúde mental, e a rede de apoio da prefeitura é fundamental para que estejamos seguros aqui”, comentou Nathalia. “Eu me sinto perto de casa, quando venho para esse bloco, mesmo eu sendo cearense. Tivemos todo tipo de suporte, desde os postos médicos até os pontos de hidratação. Nesses dias quentes, foi essencial”, completou Giselle.
Na mesma sintonia, estava a empreendedora Talyta Coelho, 33. Moradora de São Paulo há oito anos, ela e o marido foram ao Galo da Madrugada para apresentar à filha paulistana, com 5 anos agora, a herança cultural dos pais. “A gente traz ela para conhecer o nosso Carnaval, as nossas raízes. Sou de Pernambuco (PE) e, o pai dela, da Paraíba (PB). Sentimos total segurança em trazê-la, porque aqui tem todo o suporte, mesmo sendo um bloco grande. Toda a atenção nos postos médicos, pontos de distribuição de água. Muito importante nesses dias de calor”, elogiou.
A farmacêutica carioca Ana Catharyna Hallas, 26, também aprovou a organização em várias frentes. “Aqui a gente passa por uma revista logo na entrada, e isso traz certa segurança. Notei também bastante policiamento, o apoio dos bombeiros que estão sempre circulando por aqui, atentos às situações. O posto médico é de fácil acesso, estou gostando muito”, opinou.
A amiga de Ana e colega de profissão, Lígia Bassa, 26, veio do interior do estado, São José do Rio Preto, para curtir os dias de folia na capital. “Sabemos que podemos aproveitar a festa tranquilamente, porque temos esse apoio em saúde, dos bombeiros, com uma boa segurança e assistência. Valeu a pena vir de longe.”
Turistas e locais agradecem estrutura
No posto médico da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), dentro do Parque Ibirapuera, idioma não foi barreira para o atendimento a uma foliã chinesa, que sofreu queda de pressão após desembarcar no Galo da Madrugada, depois de mais de 24 horas de voo até Guarulhos.
Segundo a guia de turismo e tradutora Lihong Zhao, a mulher saiu de um inverno rigoroso para o verão paulistano, e o excesso de roupas, aliado à mudança brusca de temperatura, provocou o mal-estar. “Era um grupo de 15 pessoas, são médicos chineses e não falam nenhum outro idioma. Eles passaram pelo parque e viram a festa. Curiosos, me perguntaram o que estava acontecendo, expliquei que é Carnaval no Brasil, que o bloco é gratuito e podiam entrar para conhecer”, relatou.
No posto médico estruturado pela prefeitura, a turista recebeu atendimento para queda de pressão, foi estabilizada e liberada pouco depois. “Parabéns pelo atendimento. Eles estavam assustados mas, como são médicos, estavam familiarizados com o sistema brasileiro, o SUS. Eles ficaram tão satisfeitos, que o marido dela falou em escrever uma carta para agradecer à Saúde de São Paulo”, contou a tradutora.
Trabalho dos bombeiros no Carnaval
Em ação, desde o pré-carnaval, os bombeiros contratados pela prefeitura foram fundamentais no carnaval de rua de São Paulo. É um dos mais tradicionais da programação paulistana.
Para a bombeira Rosi Kaizer,52, integrar as equipes dos postos médicos do Carnaval é uma alegria, ela enxerga a evolução das estruturas em favor da vida e da integridade dos foliões. “Estamos aqui atentos a tudo, para apoiar a população que vem para se divertir e precisa de segurança”, destacou.
O bombeiro Jair Silva de Jesus, 43, na linha de frente para qualquer eventualidade, como nos casos em que foliões passam mal, explica. “Temos todo o nosso protocolo de atendimento, de levar para o ambulatório, quando necessário, e trazer o folião bem de volta para a festa.”
Postos médicos monitorados em tempo real
Ao longo da festa de Carnaval, as poucas remoções, quando necessárias, são realizadas de forma articulada com os equipamentos de retaguarda da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), com apoio da equipe da Sala de Situação, no edifício-sede da SMS, na região da Liberdade.
Durante os oito dias do Carnaval oficial de São Paulo, profissionais monitoram, em tempo real, os atendimentos noz postos e o entorno dessas estruturas.
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