Secretaria Municipal da Saúde

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Domingo, 22 de Fevereiro de 2026 | Horário: 21:28
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Foliões dos blocos do Ibirapuera elogiam agilidade do atendimento médico da Prefeitura de SP

Profissionais de saúde estavam a postos para emergências em quatro postos médicos e ambulâncias
A imagem mostra um homem em primeiro plano sorrindo enquanto segura uma placa colorida em formato de balão com a frase “MAIS SUS” em uma rua. Ele veste uma camiseta branca e tem cabelos trançados claros. Ao fundo, há outras pessoas presentes. À direita, há uma estrutura metálica com uma bandeira vermelha que tem uma cruz branca no centro.

O músico Gabriel Bernardes, que trabalhava no trio elétrico, foi atendido no posto médico (Acervo/SMS)

No último dia de Carnaval, os blocos de Léo Santana e Pedro Sampaio levaram milhares de foliões ao circuito do Parque Ibirapuera neste domingo (22).  A Prefeitura de São Paulo,  por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), montou quatro postos médicos, além de disponibilizar  ambulâncias, para o atendimento à população. 

A designer Giuliana Sbrana, 40 anos, trouxe as três filhas pela primeira vez a um bloco. Uma das filhas teve uma queda de pressão por conta do calor e foi atendida no posto médico localizado na Rua Abílio Soares. “O atendimento foi perfeito. A equipe foi super rápida e solícita. Um funcionário da Prefeitura (de São Paulo) nos direcionou até o posto e o acesso foi bem fácil”, conta. 

A agilidade do atendimento também foi elogiada pelo farmacêutico Yeo Jim Moon, de 31 anos, que esteve no posto médico localizado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). “Tive mal estar, tontura e pressão baixa. O atendimento foi muito bom e rápido”. Ele já veio em outros blocos no circuito do Ibirapuera, mas pela primeira vez precisou de ajuda médica. 

Já o músico Gabriel Bernardes, de 25 anos, estava trabalhando no trio elétrico com uma forte dor na perna, causada por infecção bacteriana. “Ter um espaço que acolhe as pessoas é essencial. O médico e a enfermeira foram maravilhosos. Muito simpáticos. Fui medicado e fizeram um curativo. Agora, posso voltar a trabalhar”. 

Respaldo
Mesmo quem não precisou de atendimento médico, se sentiu mais tranquilo para cair na folia. O casal Alzinete Sousa, podóloga, 38 anos, e Marcelo Oliveira, segurança, 47 anos, vieram de Aracaju para aproveitar o Carnaval de São Paulo pela segunda vez. “A gente sempre ouve muitos elogios para a saúde pública da cidade de São Paulo. Os postos médicos dão segurança para que a gente possa aproveitar o bloco. No ano passado, eu fui muito bem atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da capital”, conta Alzinete.  

Já os amigos holandeses Sjors Van Ravenzwaaij, engenheiro de dados, 27 anos, e Jonas Van Beem, 26, gerente de e-commerce, ficaram bastante surpresos ao saber da existência dos postos de saúde. Eles estavam estreando no Carnaval paulistano, depois de curtirem a folia em Salvador e no Rio de Janeiro. “É incrível ter atendimento médico gratuito em um evento tão grande, com a participação de muitas pessoas”, diz Jonas. 

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