Secretaria Municipal da Saúde
Perguntas Frequentes
Onde o acúmulo costuma acontecer?
Na maioria dos casos, o acúmulo ocorre dentro da residência da própria pessoa, podendo ocupar cômodos inteiros e dificultar a circulação, a limpeza e o uso adequado do espaço.
A pessoa em situação de acumulação percebe os riscos?
Nem sempre. Muitas pessoas acreditam que os objetos guardados são importantes ou poderão ser úteis no futuro e, por isso, podem não reconhecer os riscos ou a necessidade de apoio dos serviços públicos.
Quem atende esses casos na Prefeitura?
O atendimento é realizado de forma integrada por diferentes serviços, conforme a necessidade de cada situação, como:
- Unidade Básica de Saúde (UBS);
- Vigilância em Saúde;
- serviços de Saúde Mental;
- Assistência Social;
- Subprefeitura;
-
serviços de limpeza urbana, entre outros.
Como os serviços se organizam para atender as pessoas em situação de acumulação?
A organização do atendimento é feita em dois níveis. No nível central, atua o Comitê Intersecretarial de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Acumulação, responsável por acompanhar e avaliar a implementação da Política Municipal.
Nos territórios, o trabalho é realizado pelo Comitê Regional de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Acumulação (CRASA), que promove o planejamento das ações, o monitoramento dos casos e a articulação entre os diferentes serviços envolvidos.
A família e a comunidade podem ajudar?
Sim. O apoio da família, dos vizinhos e da comunidade é muito importante para incentivar o cuidado com a saúde, facilitar o diálogo e ajudar na construção de soluções junto aos serviços públicos.
Como é feito o acompanhamento da pessoa em situação de acumulação?
A equipe de saúde elabora um plano de cuidado individualizado, chamado Projeto Terapêutico Singular (PTS), construído junto com a própria pessoa e, sempre que possível, com sua família. O objetivo é reduzir os riscos à saúde e melhorar as condições do ambiente de forma gradual e respeitosa.
Durante o acompanhamento, são realizadas visitas e atendimentos regulares, além da discussão do caso entre os serviços da rede, para definir, de forma conjunta, as melhores estratégias de cuidado.
O que acontece quando a pessoa não aceita ajuda?
O vínculo e o diálogo são priorizados. A equipe busca todas as possibilidades de cuidado e acompanhamento junto à rede de serviços. Porém, quando há recusa persistente somados ao esgotamento das tentativas de apoio, e permanência dos riscos, a situação pode ser encaminhada aos órgãos competentes, incluindo o Ministério Público, sempre com base na avaliação dos riscos e conforme previsto no Decreto.
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