Secretaria Municipal da Saúde

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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2026 | Horário: 11:45
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Postos médicos ultrapassam 98% de resolutividade nos atendimentos durante o Carnaval de 2026

Apenas 1,86% dos casos precisou de transferência para hospital e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)
A imagem mostra um atendimento de saúde em um posto de saúde móvel, provavelmente uma tenda. No centro, uma profissional de saúde está sorrindo enquanto realiza um procedimento no braço de um homem sentado à esquerda. Ela usa luvas descartáveis e segura o braço dele com cuidado, sugerindo que está coletando sangue ou aplicando algum tipo de injeção. O homem, que é careca e tem barba, veste uma camiseta azul e mantém o braço estendido, com uma faixa amarela ajustada acima do cotovelo, típica de coleta de sangue. À direita, há outra mulher, também com uniforme semelhante, observando o procedimento, possivelmente auxiliando ou acompanhando o atendimento. O ambiente ao fundo é claro e organizado, com equipamentos médicos e uma luminária visível, reforçando a ideia de um espaço clínico temporário.

O Carnaval da cidade de São Paulo cresce a cada ano e a Prefeitura trabalhou, mais uma vez, para garantir o melhor atendimento em saúde aos foliões em 2026. Este ano, os postos médicos e as ambulâncias localizados nos circuitos do Carnaval de rua realizaram 3.336 atendimentos nos dias 7 e 8 (pré-Carnaval), 14, 15, 16 e 17 (Carnaval), 21 e 22 de fevereiro (pós-Carnaval). Deste total, foram efetuadas 62 remoções para hospital e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o que equivale a uma taxa de transferência de apenas 1,86%.

“Os postos médicos funcionaram como mini-UPAs, capazes de atender, inclusive, pacientes de alta complexidade”, destacou o secretário da Saúde Luiz Carlos Zamarco. Cada posto contou com uma equipe de saúde composta por três médicos, dois enfermeiros, seis técnicos de enfermagem e um funcionário administrativo, além de oferecer triagem dos casos, leitos de observação e sala de emergência. 

Nos postos, a maior parte da busca por atendimento foi espontânea por parte do público: 2.294, o que equivale a cerca de 70% do total. Quanto aos diagnósticos, a maioria foi causada por náusea e vômito (21,2%), seguida por mal-estar e fadiga (8,8%) e ansiedade (8%). 

Os dias de maior demanda foram 22 de fevereiro, com 564 atendimentos, 8 de fevereiro, com 508, e 7 de fevereiro, com 500. Em relação à faixa etária, o público de 21 a 40 anos correspondeu à metade dos atendimentos: 1.677. 

As unidades de urgência e emergência que mais receberam pacientes ao longo do Carnaval foram a UPA Vergueiro (18), UPA Vila Mariana (12) e UPA Lapa (5). 

Estrutura da Saúde
Para garantir a segurança dos foliões nos oito dias de operação, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) mobilizou 80 postos médicos e 95 ambulâncias, sendo 20 UTIs móveis, 960 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, e 1.920 bombeiros civis, que atuaram diretamente nos circuitos para garantir que a festa ocorresse com assistência imediata.

Os postos operaram com tecnologia avançada, incluindo desfibriladores, salas de emergência climatizadas e monitoramento em tempo real pela Sala de Situação localizada na Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Já o atendimento de retaguarda foi realizado pelas 34 UPAs da capital, além dos hospitais municipais da rede municipal, que operaram normalmente.

Campanha "Camisinha na Folia"
Promovida pela Coordenadoria de IST/Aids da SMS, a campanha Camisinha na Folia mobilizou mais de 160 profissionais durante o Carnaval de rua, com a distribuição de mais de 2,5 milhões de insumos de prevenção, entre preservativos internos e externos, gel lubrificante e autoteste para HIV por meio de tendas fixas e móveis, além de equipes volantes em blocos de rua.

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