Secretaria Municipal da Saúde
Postos médicos ultrapassam 98% de resolutividade nos atendimentos durante o Carnaval de 2026

O Carnaval da cidade de São Paulo cresce a cada ano e a Prefeitura trabalhou, mais uma vez, para garantir o melhor atendimento em saúde aos foliões em 2026. Este ano, os postos médicos e as ambulâncias localizados nos circuitos do Carnaval de rua realizaram 3.336 atendimentos nos dias 7 e 8 (pré-Carnaval), 14, 15, 16 e 17 (Carnaval), 21 e 22 de fevereiro (pós-Carnaval). Deste total, foram efetuadas 62 remoções para hospital e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o que equivale a uma taxa de transferência de apenas 1,86%.
“Os postos médicos funcionaram como mini-UPAs, capazes de atender, inclusive, pacientes de alta complexidade”, destacou o secretário da Saúde Luiz Carlos Zamarco. Cada posto contou com uma equipe de saúde composta por três médicos, dois enfermeiros, seis técnicos de enfermagem e um funcionário administrativo, além de oferecer triagem dos casos, leitos de observação e sala de emergência.
Nos postos, a maior parte da busca por atendimento foi espontânea por parte do público: 2.294, o que equivale a cerca de 70% do total. Quanto aos diagnósticos, a maioria foi causada por náusea e vômito (21,2%), seguida por mal-estar e fadiga (8,8%) e ansiedade (8%).
Os dias de maior demanda foram 22 de fevereiro, com 564 atendimentos, 8 de fevereiro, com 508, e 7 de fevereiro, com 500. Em relação à faixa etária, o público de 21 a 40 anos correspondeu à metade dos atendimentos: 1.677.
As unidades de urgência e emergência que mais receberam pacientes ao longo do Carnaval foram a UPA Vergueiro (18), UPA Vila Mariana (12) e UPA Lapa (5).
Estrutura da Saúde
Para garantir a segurança dos foliões nos oito dias de operação, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) mobilizou 80 postos médicos e 95 ambulâncias, sendo 20 UTIs móveis, 960 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, e 1.920 bombeiros civis, que atuaram diretamente nos circuitos para garantir que a festa ocorresse com assistência imediata.
Os postos operaram com tecnologia avançada, incluindo desfibriladores, salas de emergência climatizadas e monitoramento em tempo real pela Sala de Situação localizada na Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Já o atendimento de retaguarda foi realizado pelas 34 UPAs da capital, além dos hospitais municipais da rede municipal, que operaram normalmente.
Campanha "Camisinha na Folia"
Promovida pela Coordenadoria de IST/Aids da SMS, a campanha Camisinha na Folia mobilizou mais de 160 profissionais durante o Carnaval de rua, com a distribuição de mais de 2,5 milhões de insumos de prevenção, entre preservativos internos e externos, gel lubrificante e autoteste para HIV por meio de tendas fixas e móveis, além de equipes volantes em blocos de rua.
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