Secretaria Municipal da Saúde

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2026 | Horário: 16:00
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Programa Ver e Aprender tem investimento de R$ 42 milhões e amplia saúde visual nas escolas

Iniciativa da Prefeitura que realizou mais de 290 mil avaliações, 82 mil consultas oftalmológicas e entregou 66 mil óculos, passa a incluir alunos da EJA, Cieja e Mova
A foto mostra um atendimento oftalmológico em ambiente escolar. Em primeiro plano, à esquerda, vemos o perfil de uma menina com cabelos castanhos presos em um rabo de cavalo, aguardando para realizar um exame. À direita, um jovem profissional de saúde, vestindo uma camiseta branca com logotipos institucionais, opera um autorrefratômetro (equipamento moderno de alta precisão para medir o grau de visão). O ambiente é bem iluminado, com paredes brancas e uma tela de projeção ao fundo, sugerindo que uma sala de aula foi adaptada para o mutirão de saúde.

Estudante da rede municipal passa por avaliação oftalmológica durante atendimento do programa Ver e Aprender, iniciativa da Prefeitura de São Paulo que amplia o acesso ao diagnóstico precoce e ao cuidado visual nas escolas (Acervo/Ascom)

A Prefeitura de São Paulo apresentou, nesta quinta-feira (14), o programa Ver e Aprender, nova fase da iniciativa Avança Saúde Escolar - Oftalmologia, considerada uma das maiores ações de saúde visual já realizadas no ambiente escolar da capital paulista. Desenvolvido em parceria entre as Secretarias Municipais da Saúde (SMS) e da Educação (SME), e o Instituto Suel Abujamra, o programa atendeu mais de 290 mil estudantes da rede municipal entre novembro de 2023 e abril de 2026.

Nesse período, foram realizadas mais de 82 mil consultas com médicos oftalmologistas e entregues gratuitamente mais de 70 mil óculos a estudantes da capital. Ao todo, 620 escolas foram contempladas pela iniciativa, que contou com a atuação simultânea de nove equipes especializadas e mais de 100 colaboradores. Além da ampliação do acesso à saúde visual, o programa estruturou uma linha de cuidado para acompanhamento dos estudantes diagnosticados com outras patologias oculares, garantindo continuidade do tratamento dentro da rede municipal de saúde.

Segundo a Prefeitura, nesta nova etapa, a iniciativa de saúde visual receberá investimento de R$ 42 milhões para ampliar o atendimento oftalmológico gratuito a estudantes da rede municipal e, pela primeira vez, também aos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), dos Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) e do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA). A nova etapa prevê atendimento para mais de 300 mil crianças e adolescentes da rede municipal, além de cerca de 37,5 mil estudantes da educação de jovens e adultos.  "Os dados mostram que cerca de 30% dos estudantes precisaram de óculos ou de acompanhamento especializado, incluindo cirurgias. Isso significa dar a essas crianças a oportunidade de corrigir problemas de visão, melhorar o aprendizado e construir um futuro com mais oportunidades.”, destacou o prefeito Ricardo Nunes.

“Quando nós começamos a montar o projeto, a gente não queria apenas entregar óculos. Se a criança precisasse de tratamento, ela não poderia ficar fora do sistema de saúde. Por isso, estruturamos uma linha de cuidado. Das mais de 82 mil consultas realizadas, 17 mil crianças foram encaminhadas para acompanhamento de outras patologias, além da necessidade do uso de óculos”, afirmou o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco durante o evento.

O secretário também destacou que o programa permitiu identificar situações complexas precocemente, incluindo casos graves que necessitaram de tratamento especializado. “Esse trabalho mostra como a Secretaria Municipal da Saúde atua na prevenção e no cuidado com as pessoas. É esse cuidado com as nossas crianças e com os nossos pacientes que faz com que a saúde seja reconhecida pela população como o melhor serviço público da cidade pelo sexto ano consecutivo”, ressaltou. 

Durante o processo, o programa atendeu estudantes de 6 a 17 anos matriculados no Ensino Fundamental e Médio, oferecendo gratuitamente triagem, consultas oftalmológicas, exames especializados, entrega de óculos e acompanhamento médico, incluindo encaminhamento para procedimentos cirúrgicos quando necessário.

Os estudantes passam por avaliação completa da saúde ocular. Aqueles que recebem prescrição para uso de óculos podem escolher gratuitamente as armações, com apoio de técnicos especializados responsáveis pelas medições e pela adaptação adequada ao rosto de cada aluno. A expectativa inicial era de que cerca de 20% dos estudantes avaliados necessitassem de correção visual ou atendimento especializado. No entanto, os resultados apontaram uma taxa superior a 30%, revelando um número significativamente maior de crianças e adolescentes com alterações visuais e outras condições oftalmológicas que poderiam impactar diretamente o aprendizado e o desenvolvimento escolar.

A cerimônia de apresentação dos resultados e lançamento da nova etapa foi realizada no auditório da Prefeitura de São Paulo, reunindo representantes das secretarias envolvidas, parceiros institucionais e equipes responsáveis pela execução do projeto.

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