Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa
Programação Biblioteca Mário de Andrade (15 - 21 de junho)
Teatro na Mário: Losango Cáqui e Moral Quotidiana, por Companhia do Latão
01, 08, 15 de junho: Losango Cáqui
22 e 29 de junho: Moral Quotidiana
19h às 20h
Auditório Rubens Borba de Moraes (1° andar)
Classificação: 12 anos
Sinopse
“Losango cáqui” é um espetáculo da Companhia do Latão criado como parte do ciclo “Noites de Mário”, em celebração aos 130 anos de Mário de Andrade, em 2023. A montagem adapta o livro de poemas homônimo escrito pelo autor a partir de suas experiências no exército, em 1922, descritas por ele como vivências de “afetos militares”, articulando narração e lirismo em cena, com música ao vivo de Lincoln Antônio ao piano. Nesta ocasião, o espetáculo é apresentado acompanhado de um prólogo com trechos de Dois Poemas Acreanos, também de Mário de Andrade.
"Moral Quotidiana" reúne dois textos dramatúrgicos pouco conhecidos dos primeiros anos de Mário de Andrade. "Eva" é uma referência ao mito bíblico encarnada por duas crianças no quintal de uma casa de interior. E "Moral Quotidiana" mostra a luta de uma Amante pelo Marido que se descobre apaixonado pela Mulher, tendo como pano de fundo um hotel à beira-mar no Guarujá. A encenação, com música ao vivo, sublinha o melodrama dos textos para saborear as contendas morais expostas pelo poeta. Moral Quotidiana foi encenada pela primeira vez pela Companhia do Latão nas comemorações da Biblioteca Mário de Andrade, em 2023. E foi reapresentada no Teatro Oficina no ano seguinte.
Festival NegrArte
Imaginários emergentes: imagem, literatura e representação no Brasil contemporâneo
Com Rosane Borges, Elidayana Alexandrino
Mediação de Flávio Nogueira
17 de Junho, 19h
Online, não é necessário inscrição prévia
Link para manifestação de interesse na bio
Classificação: Livre
Sinopse
“Imaginários emergentes: imagem, literatura e representação no Brasil contemporâneo”. Inspirada pelo tema do festival deste ano, “Não se vê mais os corvos voando às margens do rio”, frase extraída da obra Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, a atividade propõe reflexões sobre imagem, literatura, memória e representação no Brasil contemporâneo. A expressão escolhida para orientar esta edição evoca questões ligadas à desigualdade, à sobrevivência e às múltiplas formas de imaginar futuros possíveis.
A conversa reunirá Rosane Borges e Elidayana Alexandrino, com mediação de Flávio Nogueira. Partindo do livro Imaginários emergentes e mulheres negras: representação, visibilidade e formas de gestar o impossível, de Rosane Borges, o encontro também abordará as contribuições e o legado de Carolina Maria de Jesus, além de discutir processos de escrita, criação visual e produção intelectual nas narrativas contemporâneas.
A atividade integra a programação do Festival NegrArte, iniciativa dedicada à valorização e à difusão das contribuições de artistas, intelectuais e produtores culturais negros para as artes e a cultura brasileiras.
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