Secretaria Municipal da Saúde

Quarta-feira, 26 de Agosto de 2026 | Horário: 09:00
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Saúde da Capital participa de Seminário de Enfrentamento à Violência Doméstica

A participação da pasta reforça o papel no acolhimento das mulheres e encaminhamento para os serviços da rede

A Prefeitura de São Paulo (PMSP) realizou nesta terça-feira (25), o VII Seminário de Enfrentamento à Violência Doméstica, na Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), em Santana, na Zona Norte. Durante o evento, a PMSP e o Ministério Público firmaram uma parceria para ampliar a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, utilizando o Smart Sampa para localizar mais de 2 mil homens que ainda não foram encontrados para o recebimento da notificação de medidas protetivas. 

O seminário reuniu diferentes áreas do poder público, fortalecendo estratégias de prevenção e enfrentamento à violência contra mulheres, e contou com a participação da secretária-executiva de Atenção Básica da Secretaria Municipal da Saúde, Dra. Sandra Sabino, reforçando o papel da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) na rede de proteção. “A Atenção Básica está na linha de frente do cuidado e tem papel fundamental na identificação de situações de violência, no acolhimento das mulheres e no encaminhamento para os serviços da rede, contribuindo para um atendimento integral, humanizado e articulado com as demais políticas públicas”, destaca a secretária-executiva.

A presença da SMS no debate reafirma que o enfrentamento à violência contra a mulher também é uma questão de saúde pública e exige atuação integrada entre diferentes setores. Ao fortalecer a articulação da saúde com a segurança, a Justiça e a assistência social, a Prefeitura amplia a capacidade de prevenir a violência, acolher as vítimas e garantir que as mulheres tenham acesso à proteção e ao cuidado de que necessitam.

Todos os equipamentos de saúde da capital contam com Núcleos de Prevenção à Violência (NPVs), incluindo as 483 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). São cerca de 4 mil profissionais envolvidos para identificar e acolher essas vítimas. Além disso, a capital tem 19 Equipes Especializadas de Violência (EEVs), que fazem atendimento psicossocial e psicoterapêutico de mulheres, crianças e adolescentes em maior vulnerabilidade.

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