Hospital do Servidor Público Municipal
Experiência do paciente foi tema de evento
O HSPM tem buscado aprimorar o atendimento aos pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e realizou, na manhã do dia 24 de junho, um evento totalmente dedicado à experiência desses pacientes no hospital, por meio da sensibilização dos profissionais de saúde e do debate do tema, com troca de experiências entre os participantes.
O destaque do evento foi a inauguração da Sala de Espera TEA, um espaço humanizado pensado com muito cuidado para acolher crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de até 14 anos de idade, oferecendo um ambiente mais tranquilo e confortável durante a espera por consultas e atendimentos.
O evento iniciou-se com uma mesa de abertura na qual participaram a Dra. Fabiana Franca Pelegrini, Diretora da Diretoria de Atenção à Saúde, que representou a Superintendente do HSPM, e a Dra. Daniela Yone Veiga Iguchi Perez, Diretora da Divisão de Assistência ao Paciente Clínico. Em suas falas, as diretoras destacaram a importância de ambientes que promovam segurança, conforto e acolhimento, reforçando o compromisso do HSPM com a qualificação da experiência do paciente e de seus familiares, além da consolidação do cuidado como diretriz institucional.
O evento seguiu com explanações de profissionais. A fonoaudióloga Sandra Salla abordou os padrões que caracterizam o TEA e apresentou um vídeo produzido pela Comunicação do HSPM, que orienta o trajeto até a Sala de Espera TEA e o uso adequado do espaço. Na sequência, a Assistente Administrativo de Gestão Gislene Souza Ramos compartilhou sua experiência na recepção de pacientes no guichê, com exemplos práticos de boas práticas de atendimento.
A última palestra foi ministrada pelo Coordenador do Centro de Reabilitação (CER) Jaçanã da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP), Raul Lúcio da Silva, que apresentou dados relevantes sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo o palestrante, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 1 em cada 127 pessoas esteja dentro do espectro e que aproximadamente 2,4 milhões de brasileiros tenham diagnóstico de TEA. O coordenador também abordou o fluxo de atendimento de pacientes com TEA na rede municipal.
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