Subprefeitura São Miguel Paulista

Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026 | Horário: 12:39
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Poder público e lideranças articulam ações conjuntas para enfrentar as enchentes no Jardim Pantanal

Encontro no Instituto Alana, localizado no bairro São Martinho, fortalece a articulação da Prefeitura com lideranças comunitárias para respostas integradas às enchentes e aos desafios climáticos no território.
A imagem mostra uma sala de reuniões simples com cerca de 20 pessoas dispostas em duas fileiras laterais, sentadas em cadeiras universitárias. Ao fundo, uma mulher está de pé ao lado de um telão que projeta uma apresentação. ​O grupo é diverso, composto por homens e mulheres de diferentes idades, alguns usando uniformes com logotipos institucionais (como o da Prefeitura de São Paulo). O ambiente sugere um treinamento ou assembleia comunitária, com foco na palestrante ao fundo.


No último dia 5 de fevereiro (quinta-feira), a Subprefeitura São Miguel participou de uma reunião estratégica na unidade II do Instituto Alana @institutoalana, situado no bairro São Martinho, distrito Jardim Helena. O encontro teve a participação do subprefeito Divaldo Rosa @divaldorosa, do coordenador da  Defesa Civil São Miguel, José Marcos Pereira Santana, incluindo representantes da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social - SMADS, da Secretaria Municipal de Saúde - SMS e lideranças comunitárias locais para planejar as ações de resposta às chuvas de verão. O encontro teve como foco o planejamento integrado das ações de resposta às chuvas de verão e seus impactos no território.

O objetivo central foi alinhar agendas e construir, de forma coletiva, respostas mais eficazes às enchentes que afetam a comunidade. Como destacou Leila Vendrameto, gerente do Instituto Alana, a prioridade é “o atendimento sistêmico às necessidades da população, unindo poder público e instituições para proteger o território”.

Durante a reunião, foram definidos pilares fundamentais para a proteção da vida e o cuidado com as famílias em situação de vulnerabilidade, entre eles:
Resgate e proteção, com ações imediatas em áreas de risco, apoio à retirada segura das famílias e articulação com os serviços de emergência;
Abrigo temporário, com a utilização de escolas como espaços seguros de acolhimento, incluindo cadastro das famílias e oferta de colchões, cobertores e itens de higiene;
Segurança alimentar, por meio da organização de cozinhas solidárias, garantindo a distribuição eficiente de doações e alimentação completa durante os períodos de crise.

Além do plano de contingência imediato, o encontro também apontou para o futuro, com a construção de um plano de adaptação climática voltado especialmente para crianças e adolescentes, considerando não apenas as cheias, mas também desafios como escassez hídrica e ondas de calor.

“Trabalhar de forma integrada é o único caminho para garantir dignidade e segurança para todos. Juntos, construímos uma comunidade mais forte”, destacou Divaldo Rosa. 
 


 

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