Notícia na íntegra
Conferência sobre gestão de parques em Portugal destaca São Paulo como referência
O evento “100 anos do Parque Serralves”, no Porto (segunda maior cidade de Portugal), contou com a presença da chefe de gabinete da SVMA, Tamires Oliveira, representando as políticas públicas ambientais da cidade de São Paulo. A conferência, que aconteceu no dia 24, reuniu gestores portugueses, além das contribuições brasileira e inglesa para troca de experiências acerca da administração das áreas verdes urbanas.
Fundado em 1923, o centenário do Parque Serralves será celebrado com atividades durante todo o ano. O encontro de agora promoveu o diálogo entre os gestores urbanos, que trouxeram os desafios, os impactos culturais e históricos de parques.
A Fundação de Serralves, promotora do evento, destacou que São Paulo é referência internacional na gestão de parques. Segundo Tamires, “a conferência possibilitou ampliar nosso repertório em relação às práticas adotadas em diversos outros parques, neste caso, em Portugal e na Inglaterra, e apresentar a experiência de São Paulo”.
Conferência
O evento iniciou com a apresentação da diretora do Parque Serralves, Helena Freitas, que trouxe os desafios que a área urbana turística do Porto enfrentará no futuro.
No início da conferência, a arquiteta Elsa Isidro exibiu os Parques de Monserrate, em Sintra (distrito de Lisboa), e Maira José David apresentou as áreas verdes de Vidago, em Chaves (norte de Portugal). Ambos os locais foram selecionados como exemplos para garantir a conservação ambiental; e depois os parques municipais de São Paulo foram destacados por Tamires Oliveira.
O painel continuou com Varico Pereira sobre o Parque do Bom Jesus do Monte, em Braga, a gestão dos espaços verdes do Porto, por Gabriela Leite, e encerrou com Michael Rowland, sobre as áreas verdes de Londres, Inglaterra.
Parque Serralves
A história da área verde surge em 1923, quando Carlos Alberto Cabral, 2º Conde de Vizela, herda a Quinta do Loderlo, propriedade da família de Serralves. Após uma visita à Exposição Internacional de Artes, Decorações e Indústrias Modernas, em Paris, em 1925, Cabral decide intervir no espaço e convidou o arquiteto Jacques Gréber para desenhar um novo jardim.
O projeto, que data de 1932, é caracterizado por um classicismo modernizado, integrando alguns elementos do jardim original, bem como estruturas agrícolas e de irrigação das propriedades.
Em 1955, a área foi vendida ao industrial Delfim Ferreira e, posteriormente, adquirida pelo Estado português em 1986, que abriu suas portas para o público, sob direção da arquiteta Teresa Andresen.
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