Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social

Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2026 | Horário: 10:35
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Unidades de acolhimento da prefeitura de São Paulo registram mais de 11 mil saídas qualificadas em 2025

Conquista da moradia autônoma se destaca entre as motivações, representando 60% dos resultados

As unidades de acolhimento da Prefeitura de São Paulo registraram, em 2025, avanços expressivos na promoção da autonomia de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social. Ao longo do ano, 11.030 pessoas deixaram a rede socioassistencial, ao conquistarem sua saída qualificada – marco que indica a superação das condições que motivaram o acolhimento.

O levantamento realizado pela Coordenação do Observatório da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social da cidade de São Paulo (SMADS), considera mais de 20 tipologias de serviços de acolhimento disponibilizados pela rede socioassistencial paulistana. Esses serviços variam conforme o perfil do público atendido, situação de vulnerabilidade, o tempo e a modalidade de acolhimento, que pode ser individual ou compartilhada, entre outros critérios.

A saída qualificada ocorre quando a pessoa atendida alcança condições suficientes de autonomia para deixar o serviço de acolhimento, seja por meio da conquista de uma moradia autônoma, da reinserção no mercado de trabalho ou do retorno à convivência familiar. Entre as motivações registradas, a conquista da moradia autônoma foi o principal destaque, representando cerca 60% dos resultados, com mais de 6.600 registros, especialmente em serviços voltados ao acolhimento de famílias, mulheres e no âmbito do Programa Vila Reencontro.

Por meio dos serviços de acolhimento, a rede socioassistencial da SMADS presta atendimento especializado a pessoas que tiveram seus direitos violados, em situações de violência, abandono parental, trabalho infantil, entre outras. Nesse contexto, outro eixo fundamental para a efetivação da saída qualificada é a reconstrução dos vínculos familiares. Em 2025, 3.965 pessoas retomaram a convivência familiar, seja no núcleo familiar de origem ou na família extensa, além de encaminhamentos para adoção ou família substituta, nos atendimentos a crianças e adolescentes.

Os resultados reforçam o papel estratégico da rede socioassistencial do município na promoção de direitos, no fortalecimento da autonomia e na construção de novos projetos de vida para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.

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