Quarta-feira, 16 de Setembro de 2026 | Horário: 12:20
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16 de setembro: Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose

Data reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e dos cuidados para reduzir os riscos e complicações causados pela trombose

A trombose venosa é caracterizada pela formação de coágulos sanguíneos nas veias do corpo. Esse coágulo pode dificultar ou impedir o fluxo sanguíneo, ou, em alguns casos, desprender-se e circular pela corrente sanguínea, chegando aos pulmões, o que pode causar uma embolia pulmonar. Essa condição pode ser grave e potencialmente fatal.

A trombose não possui uma causa específica e pode se desenvolver em decorrência de uma série de fatores, como cirurgias, gestações, doenças infecciosas, neoplasias malignas, obesidade, fatores genéticos, trombofilias, entre outros.

Os principais sintomas são dor e inchaço no membro afetado. Quando a trombose é superficial, também pode haver vermelhidão e sensibilidade na região da veia afetada. No caso de embolia pulmonar, podem ocorrer sintomas como falta de ar, dor no peito e dificuldade para respirar.

O diagnóstico da doença é realizado, principalmente, por meio de ultrassonografia com Doppler, exame que utiliza ondas sonoras para avaliar o fluxo e a velocidade do sangue nos vasos sanguíneos. Quando há suspeita de embolia pulmonar, pode ser necessária a realização de uma angiotomografia computadorizada de tórax.

O diagnóstico precoce da trombose aumenta as chances de sucesso do tratamento. Geralmente, é necessário iniciar a anticoagulação o mais rápido possível, conforme avaliação médica. O tratamento inadequado ou tardio pode aumentar o risco de complicações, como a síndrome pós-trombótica, que ocorre quando as veias afetadas permanecem danificadas e apresentam dificuldade para transportar o sangue, podendo causar dor, inchaço e alterações na pele.

Para prevenir a trombose, é importante cuidar da saúde e adotar hábitos saudáveis. Manter um peso adequado, praticar exercícios físicos regularmente, evitar longos períodos de imobilidade, ter atenção ao uso de hormônios femininos e seguir as orientações médicas são medidas importantes para reduzir o risco de desenvolvimento da doença.

Colaboração: Dr. Alexandre Rocha Dietrich - Coordenador da Clínica de Cirurgia Vascular do HSPM
produção: Assessoria de Relações Institucionais

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