Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania

Prêmio Luiza Mahin - 2026

Aline Silva

Atleta olímpica em duas edições; Mais de 22 anos em leilões e negociações imobiliárias no Brasil; Co-fundadora da Mempodera; Ex-Vice-Presidente da Confederação Brasileira de Wrestling; conselheira no EY Institute, diretoria na Atletas Pelo Brasil e Co-fundadora da Propya by Firmeza Token, Forbes Under 30.
 

Aline Oliveira

Lii Oliveira é produtora cultural, empreendedora e cofundadora da Ibotirama Records. Há mais de uma década, atua no fortalecimento da cultura Hip Hop, desenvolvendo projetos que valorizam artistas independentes, preservam a memória da cultura preta e ampliam o acesso à arte. Mulher preta, mãe de três filhos, é reconhecida por sua dedicação, compromisso e contribuição para o fortalecimento da produção cultural independente.
 

Amanda Negrasim

Amanda Cristina Silva dos Santos, 45 anos, conhecida artisticamente como Amanda NegraSim, é mãe, artista, produtora cultural e atua há mais de 30 anos na cultura. Sua trajetória é marcada pela valorização da cultura preta, periférica e do Hip Hop, promovendo o protagonismo de mulheres negras e o enfrentamento ao racismo e ao machismo. Foi reconhecida com a Medalha Theodosina Rosário Ribeiro, o Prêmio Benedito Pereira de Castro e o Prêmio Periferia Viva, do Ministério das Cidades. Também contribuiu para a criação da Lei do Dia da Pessoa Trancista na cidade de São Paulo, consolidando-se como uma importante referência da cultura negra e periférica.
 

Nilce Aparecida Pereira

Nilce Aparecida Pereira é uma mulher de Candomblé cuja trajetória é marcada pela dedicação à espiritualidade, à preservação da cultura afro-brasileira e ao compromisso com o próximo. Iniciada em 1991 pelo saudoso Tata Pérsio, recebeu os ensinamentos que nortearam sua caminhada religiosa e consolidaram sua atuação em defesa das tradições do Candomblé. Ao longo de mais de três décadas, tornou-se referência na confecção artesanal de vestimentas destinadas ao culto dos Orixás, preservando a riqueza simbólica e a identidade das tradições afro-brasileiras. Também manteve um ponto de venda de comidas típicas africanas e da culinária tradicional do Candomblé, contribuindo para a valorização da cultura de matriz africana. Sua vocação para o cuidado sempre esteve presente em ações sociais, utilizando a costura para confeccionar roupas destinadas a pessoas em situação de rua. Assim, transformou seu ofício, sua fé e seu compromisso social em um legado de preservação cultural, solidariedade e reverência à ancestralidade.
 

Tatiana Regina Amiel

Tati Regina Amiel, professora, comunicóloga, advogada, escritora e apresentadora do programa FALA AÍ TATI. O primeiro programa de entrevistas feito com plateia e com o protagonismo negro e diverso no centro da conversa. O programa nasce da ausência de espaço de fala para essa população. Vinda do Capão Redondo, Tati Regina Amiel leva a periferia para ocupar espaço de poder com comunicação, mãe de dois homens e líder de uma equipe de 23 pessoas à frente do programa FALA AÍ TATI.
 

Vanessa Avelino Damaceno Costa

Vanessa Avelino Damaceno Costa é especialista em Psicologia Social e graduada em Pedagogia, com experiência em desenvolvimento social, acolhimento humanizado e atuação junto a populações em situação de vulnerabilidade. Destaca-se pela liderança comunitária, mediação de conflitos e fortalecimento de redes de apoio, com foco na promoção da equidade de gênero e raça. No Instituto Sociocultural e Esportivo Sonho Azul, atua no acolhimento de mulheres vítimas de violência e em situação de vulnerabilidade, realizando escuta qualificada e articulação com a rede de proteção. Também idealizou e coordena o grupo "Café com Prosa", promovendo rodas de conversa sobre racismo, violência, preconceitos e fortalecimento comunitário.
 

Vó Suzana

Suzana Francelina Freitas (Vó Suzana) nasceu em 1938, em Capivari (SP), e vive na capital paulista desde a infância. Formou-se em Obstetrícia pela USP, concluiu pós-graduação, atuou como professora e, após os 60 anos, graduou-se também em Direito, exercendo a advocacia. Sempre ligada à música e à poesia, passou a frequentar o Samba da Vela após a aposentadoria. Em 2004, apresentou o samba "Para Vela Não Se Apagar" e foi carinhosamente apelidada de Vó Suzana, nome artístico que a consagrou. Desde então, tornou-se compositora e cantora, com obras publicadas nos cadernos do Samba da Vela e músicas gravadas pelo grupo. Em 2019, gravou seu primeiro álbum solo, "Minha Existência", composto por canções autorais e regravações. Sua trajetória reúne arte, cultura e sensibilidade, consolidando Vó Suzana como uma importante referência do samba e da poesia paulistana.

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