Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social
Com mais de 1,7 milhão de famílias cadastradas em São Paulo, CadÚnico amplia o acesso à proteção social

O acesso a políticas públicas essenciais começa com um passo fundamental: estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico). Na cidade de São Paulo, aproximadamente 1,7 milhão de famílias estão cadastradas, consolidando o município como a maior base cadastral do país e reforçando o papel do CadÚnico como principal instrumento de identificação e caracterização das famílias de baixa renda.
Com o cadastro atualizado e após a verificação dos critérios de elegibilidade, as famílias podem acessar diversos programas sociais, como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Tarifa Social de Energia Elétrica e iniciativas habitacionais, entre outros.
Segundo Luiz Fernando Francischini, coordenador da Coordenação de Gestão de Benefícios (CGB/SMADS), o Cadastro Único é fundamental para o planejamento e direcionamento da política pública da assistência social.
“O CadÚnico é uma ferramenta poderosa para fazer uma gestão estratégica das políticas públicas, mas também é a grande porta de entrada para uma série de programas, benefícios e serviços”, destaca.
Nesse contexto, o coordenador ressalta que o cadastro permite identificar com mais precisão as famílias em situação de vulnerabilidade, possibilitando ações mais direcionadas e eficazes. “Ele é a grande base de dados das famílias de baixa renda do país. É por meio dele que conseguimos identificar, entrevistar e cadastrar essas famílias”, afirma Francischini.
Na capital paulista, o atendimento é realizado, prioritariamente, por meio de agendamento prévio e pode ser feito nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), unidades do Descomplica SP, Centros Pop e por equipes que atuam diretamente nos territórios em visitas domiciliares – ou cadastros domiciliares, estratégia que amplia o alcance do serviço.
O cadastro é familiar e deve ser realizado por uma pessoa responsável com pelo menos 16 anos. É necessário apresentar documento de identificação do responsável e dos demais integrantes da família, além de comprovante de residência, quando houver. Caso a família não possua comprovante, o endereço pode ser autodeclarado durante a entrevista.
Para garantir a continuidade no acesso aos benefícios, é essencial manter os dados atualizados. O cadastro deve ser revisado sempre que houver mudanças na composição familiar, renda ou endereço, e obrigatoriamente a cada dois anos.
Atendimento à população em situação de rua
O Cadastro Único também contempla públicos específicos, como pessoas em situação de rua, indígenas e quilombolas. Para a população em situação de rua, não é exigido comprovante de residência, considerando a condição de vulnerabilidade.
“Com o documento de identificação, não é necessária a comprovação de endereço. Uma vez cadastrada, a pessoa em situação de rua pode acessar programas como o Bolsa Família e solicitar o BPC, caso atenda aos critérios”, explica Francischini.
Além disso, esse público possui prioridade em determinados programas sociais. “Para o Programa Bolsa Família, as pessoas em situação de rua são prioridade. Uma vez cadastradas e atendendo aos critérios, elas podem ser contempladas com prioridade pelo Governo Federal”, completa.
Atualizei seu CadÚnico, ou faça seu cadastro. Encontre o CRAS em sua região clicando aqui.
Foto: SECOM
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