Notícia na íntegra
Capital recebe 30ª Parada do Orgulho LGBT+ com ações de cidadania, inclusão e garantia de direitos
A cidade de São Paulo recebeu neste domingo (7) a 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+, uma das maiores manifestações de diversidade e direitos humanos do mundo. O evento celebrou três décadas de mobilização social e reuniu milhões de pessoas na Avenida Paulista, na região central da capital.
A Prefeitura de São Paulo participou do evento com ações de acolhimento, orientação e promoção de direitos. Durante a Semana do Orgulho, a Coordenação de Políticas para LGBTI+, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), também realizou atendimentos e divulgou serviços como os Centros de Referência LGBTI+, o Transcidadania, o Respeito Tem Nome e iniciativas de empregabilidade. A administração municipal esteve presente com três trios elétricos voltados à divulgação de políticas públicas para a população LGBT+.
A Coordenadoria de IST/Aids, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), instalou uma tenda em frente ao Parque Prefeito Mário Covas para a distribuição de kits de prevenção com preservativos, gel lubrificante e autotestes de HIV.
A iniciativa foi aprovada pelo professor Fábio Francisco, de 50 anos, que viajou de Recife (PE) para participar da Parada. “Isso é de grande importância. Hoje é fundamental que a gente se previna e tenha esse cuidado com a nossa saúde. É muito importante contar com uma secretaria que tenha esse olhar para nós”, afirmou. Ele também elogiou a segurança do evento. “Nota mil.”
A segurança contou com uma operação especial da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que mobilizou 524 agentes, 131 viaturas, 18 motocicletas e monitoramento por drones ao longo de todo o percurso da Parada.
O operador de caixa Cláudio Cardoso, de 38 anos, veio de Limeira, no interior do Estado, para participar do evento e ressaltou a importância da mobilização. “A gente vem para somar, dar visibilidade à causa e pela festa, para unir o útil ao agradável.”
Ele também elogiou o aparato de vigilância. “Tem muita polícia, GCMs. Isso traz mais sensação de segurança e credibilidade para o evento. A gente consegue circular sem medo de ser roubado, com a mochila nas costas.”
A acessibilidade foi reforçada com uma área reservada para pessoas com deficiência em frente ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, além da oferta de intérpretes de Libras nos trios elétricos, audiodescrição e atendimento por meio da Central de Intermediação em Libras (CIL), ampliando o acesso às informações e aos serviços disponibilizados durante a Parada.
Moradora do Butantã, na Zona Oeste da capital, a assistente de produção Marcela Azevedo, de 25 anos, destacou a importância da celebração. “É representatividade. É apoiar as causas e as pessoas que muitas vezes estão à margem da sociedade.”
Ela também aprovou a estrutura oferecida ao público. “A infraestrutura fica cada vez melhor. Fico muito feliz com a acessibilidade, com o policiamento e com a segurança presente em todos os lugares.”
Participando da Parada pela primeira vez, a produtora de conteúdo Penélope Prudente, de 20 anos, viajou do Guarujá, no litoral de São Paulo, para acompanhar a celebração e afirmou ter se sentido segura. “Há bastante segurança, com muitos policiais e GCMs. Achei o evento bem protegido.”
SECOM - Prefeitura de São Paulo
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