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Segunda-feira, 4 de Abril de 2016 | Horário: 12:13
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Nova secretária de Cultura defende cidadania cultural

Com mais de 30 anos de atuação na administração municipal, Maria do Rosário Ramalho tomou posse nesta segunda-feira (4) como secretária municipal de Cultura de São Paulo. Ela  assume a pasta em substituição a Nabil Bonduki, que ocupou a pasta por um ano e dois meses. 

Na cerimônia de posse, o prefeito Fernando Haddad defendeu a influência positiva das políticas de cultura em todos os desafios da administração municipal. “Temos uma visão larga de cultura. Para mudar a cidade é preciso uma mudança de mentalidade. A cultura sempre foi subversiva no bom sentido, de fazer pensar, de criticar, alterar o comportamento e o ponto de vista. Por isso, em meio à crise, o orçamento de cultura foi um dos que mais cresceu. Precisamos ver a cidade como um fenômeno cultural”, afirmou Haddad.

Maria do Rosário Ramalho, 52 anos, é formada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). É mestre em Ciências Sociais pela mesma instituição. Atua na Prefeitura de São Paulo desde 1982, inicialmente na Secretaria do Bem Estar Social, como estagiária, e a partir de 1984 como servidora.

Na Secretaria Municipal de Cultura desde 2005, a secretária foi coordenadora do VAI, diretora do Núcleo de Fomentos para apoio a linguagens artísticas e responsável pela organização das Conferências Municipais de Cultura.  É integrante do Fórum dos Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas. Até 2000 integrou a equipe técnica da Casa de Cultura da Freguesia do Ó.

A nova titular trabalha no campo da cultura há 22 anos e era secretária-adjunta da pasta. Em sua posse, defendeu a ampliação da cidadania cultural. “Não se trata de levar cultura a quem não tem, mas de reconhecer o direito de todos de fazer, fruir e decidir sobre a ação cultural”, defendeu Maria do Rosário.

Entre as metas apresentadas por ela estão: aprovar e implementar o Conselho Municipal de Cultura, regulamentar o Fundo Municipal de Cultura, levar à Câmara o Plano Municipal de Cultura, realizar uma reforma administrativa na secretaria, avançar no Plano Municipal do Livro e da Leitura, concretizar a isenção do IPTU aos teatros de rua, reconhecer as primeiras Zepec-APC e receber ou implantar novos equipamentos na periferia da cidade, em São Rafael, Vila Maria, Guaianases, Ermelino Matarazzo, Parelheiros e Cidade Ademar. Propôs também abrir a Casa do Hip Hop, além de aprovar a lei e realizar o primeiro edital de fomento à periferia.

Em sua despedida da secretaria, Bonduki destacou os desafios da área de cultura, com a questão do financiamento e da ativação da economia criativa, a demanda crescente por transversalidade e por democratização das políticas culturais, a ampliação de público e a redução da desigualdade de ações e de equipamentos no território da cidade.

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Fábio Arantes/SECOM

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