Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente

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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2022 | Horário: 13:52
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Aniversário do Parque da Ciência

Localizado na Cidade Tiradentes, o parque tem a missão de ajudar na educação e pesquisas científicas

Neste sábado (22), o Parque da Ciência completa 11 anos desde a sua inauguração. O espaço é uma conquista das associações e escolas da região para exploração da pesquisa científica, caracterizando-o tanto para o uso intenso da comunidade, quanto para a educação ambiental.

A princípio, o parque foi projetado para a utilização de pesquisas escolares. Com uma nova reforma, forma implantados quadras poliesportivas, campo de futebol, equipamentos de ginástica, playground, pista para caminhada, etc.
Dentro da sua fauna, já foram identificadas 46 espécies de animais, com destaques para seis tipos de borboletas, uma de anfíbio (sapo-martelo), três répteis, dois mamíferos representados pelo preá e gambá-de-orelha-preta e 32 aves. As chamadas aves florestais são outro atrativo entre os pássaros, como o jacuaçu e o tucano-de-bico-verde. Eles são avistados com frequência, assim como o bico-chato-de-orelha-preta, cujo canto peculiar lembra o som do apito de árbitro de futebol.

O ecossistema é atraído por uma vegetação que predomina os remanescentes da Mata Atlântica em estágio inicial e médio de regeneração. Os principais destaques dentro deste conjunto são: açoita-cavalo (Luehea grandiflora), aroeira-mansa (Schinus terebinthifolia), aroeira-salsa (Schinus molle), cafezinho (Picramnia glazioviana), cambará (Moquiniastrum polymorphum), canjerana (Cabralea canjerana subsp. canjerana), cedro (Cedrela fissilis), crindiúva (Trema micrantha), cuvitinga (Solanum granulosoleprosum), embaúba-prateada (Cecropia hololeuca), figueira-branca (Ficus adhatodifolia), goiabeira (Psidium guajava), guatambu (Aspidosperma olivaceum), mandaravé (Calliandra tweedii), maria-mole (Guapira opposita), paineira (Ceiba speciosa), paineira-vermelha (Bombax ceiba), pitangueira (Eugenia uniflora), samambaiaçu (Cyathea delgadii), sapopemba (Sloanea hirsuta), suinã (Erythrina speciosa), tapiá-guaçu (Alchornea sidifolia) e tapiá-mirim (Alchornea triplinervia).

Ao todo, já foram registradas 87 espécies vasculares, das quais estão ameaçadas de extinção os cambuís (Myrcia eriopus), cedros (Cedrela fissilis) e o pau-brasil (Paubrasilia echinata).

 

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