
Roda de Conversa • Presencial e Online
3º Ciclo de Diálogos sobre Ecofeminismo
Data: 12/09, 18/09, 26/09, 03/10, 17/10, 24/10, 31/10
Horário: 09:00 às 12:00.
Público: Pessoas interessadas em dialogar sobre os temas tratados.
Vagas: Livre.
Endereço: Av. Quarto Centenário, 1268 - UMAPAZ Ibirapuera.
Plataforma: Microsoft Teams.
Dias da semana: Sábado;Sexta-feira
Descrição
Você sabe o que é Ecofeminismo?
Neste 3º Ciclo de Diálogos sobre Ecofeminismo, vamos promover conversas e reflexões sobre o Direito à Cidade a partir de uma perspectiva ecofeminista, buscando compreender como as desigualdades sociais, ambientais e de gênero atravessam nossas experiências nos territórios urbanos.
Por meio do diálogo e do questionamento, o ciclo buscará aproximar o ecofeminismo das experiências cotidianas e das questões relacionadas ao Direito à Cidade, convidando-nos a pensar coletivamente em caminhos para a construção de cidades mais justas, sustentáveis e igualitárias, orientadas pelos princípios do Bem-viver.
Objetivo
Objetivo Geral:
Estimular através do diálogo e do questionamento reflexões sobre o conceito do Ecofeminismo.
Objetivos Específicos:
- Apresentar e dialogar a relação entre mulheres e meio ambiente, a partir da perspectiva ecofeminista;
- Relacionar o ecofeminismo com temas de grande relevância como o direito à cidade, a saúde mental e o Bem-viver;
- Dialogar sobre temas transversais e interdisciplinares que interferem na vida cotidiana das mulheres.
Metodologia
Bibliografia
ALVES, Branca M.; PITANGUY, Jacqueline. O que é feminismo. São Paulo: Abril Cultural, 1985.
BERTH, Joice. Se a cidade fosse nossa: racismos, falocentrismos e opressões nas cidades. São Paulo: Paz e Terra, 2023.
CARDOSO, Ana L. O imaginário da natureza e o discurso ecofeminista em Alina Paim. Interdisciplinar, São Cristóvão, UFS, v. 32, jul./dez., pp. 243-259, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/interdisciplinar/article/download/12880/9711/35588. Acesso em: 17 mar. 2025.
CARNEIRO, Beatriz S. Ecofeminismo e gestão planetária. Anais do XXI Encontro Estadual de História — ANPUH-SP, Campinas, 2012. Disponível em: http://www.encontro2012.sp.anpuh.org/resources/anais/17/1342323229_ARQUIVO_ANPUH.2012.pdf. Acesso em: 14 mar. 2025.
CELIBERTI, Lilian (coord.). Las bases materiales que sostienen la vida: perspectivas ecofeministas. Montevideo: Imprenta Rojo, 2019.
CHAVES, Larissa S. Ecofeminismo e direito à cidade: as mulheres da agricultura urbana na Grande Florianópolis. Dissertação de mestrado, 175p., Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Florianópolis, 2022.
CORREIA, Alice; COELHO, Carolina; SALLES, Livia. O direito à cidade nas perspectivas de gênero e raça. Artigos Semanais, 11 out. 2018. Disponível em: https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/o-direito-cidade-nas-perspectivas-de-genero-e-raca/#:~:text=Para%20que%20espaço%20urbano%20se,seguros%20e%20diversos%20como%20somos Acesso em: 22 jan. 2025.
FRANÇA, Sarah L. A. A mulher e o direito à cidade: desafios e perspectivas. Artigos Semanais. 14 mar. 2024. Disponível em: https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/a-mulher-e-o-direito-a-cidade-desafios-e-perspectivas/. Acesso em: 21 jan. 2025.
MIES, Maria; SHIVA, Vandana. Ecofeminismo: teoría, crítica y perspectivas. Espanha: Icaria, 1997.
NOGUEIRA, Giulia L. “Se a árvore tá podre, imagine nós”: ecofeminismo e cuidado na pandemia. Trabalho de Conclusão de Curso, graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, pp. 63. Disponível em: https://sapientia.pucsp.br/bitstream/handle/26291/1/Giulia%20Lorenzini%20Nogueira.pdf. Acesso em: 17 mar. 2025.
ROSO, Bianca L. S. de J.; ESPINDOLA, Angela A. da Silveira. Mulheres, ecofeminismo e desenvolvimento sustentável: um estudo de caso diante da perspectiva da sustentabilidade e da sociedade em rede. Revista Direito e Justiça: Reflexões Sociojurídicas, Santo Ângelo, v. 21, n. 40, pp. 59-79, mai./ago. 2021. Disponível em: https://san.uri.br/revistas/index.php/direitoejustica/article/view/398/173. Acesso em: 14 mar. 2025.
SARAM, Larissa. “A favela tem muito o que ensinar à cidade sobre o que é ser um território comunitário”. Direitos, Mulheres e a Cidade, 23 jan. 2025. Disponível em: https://agenciapurpura.com.br/a-favela-tem-muito-o-que-ensinar-a-cidade-sobre-o-que-e-ser-um-territorio-comunitario/. Acesso em: 23 jan. 2025.
SILIPRANDI, Emma. Ecofeminismo: contribuições e limites para a abordagem de políticas ambientais. Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, Porto Alegre, v. 1, n. 1, Jan./mar. 2000.
SITO, Laura; FELIX, Mariana (orgs.). E se as cidades fossem pensadas por mulheres. Porto Alegre: Zouk, 2021.
TORRES, Maximiliano. O ecofeminismo: “um termo novo para um saber antigo”. Terceira Margem, Rio de Janeiro, n. 20, pp. 157-175, jan./jul. 2009. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/tm/article/view/11043/8059. Acesso em: 14 mar. 2025.
Conteúdo programático
CONTEÚDO:
12/09 (online)- 09h00 às 12h00 - Introdução ao Ecofeminismo e sua relação com o Bem-viver.
18/09 (presencial)- 09h00 às 12h00 - Direito à cidade: Agroecologia Urbana e Ecofeminismo
26/09 (online)- 09h00 às 12h00 - Direito à cidade: Cidades Verdes e Resilientes
03/10 (online)- 09h00 às 12h00 - Direito à cidade: Gestão Hídrica nas Grandes Cidades
17/10 (online)- 09h00 às 12h00 - Direito à cidade: Mulheres Negras e Periféricas
24/10 (online)- 09h00 às 12h00 - Direito à cidade: Mulheres indígenas em contexto urbano
31/10 (presencial)- 09h00 às 12h00 - Saúde mental + Aventura Ambiental
Coordenação
Thabata Soares Damasceno dos Santos
Facilitação
Thabata Soares Damasceno dos Santos
Mestre em Ecologia e Evolução pela UNIFESP, especialista em Pedagogia da Cooperação pela UNIP e bacharel em Ciências Biológicas pela UNIFESP. Atuou como professora de Ciências Naturais da rede municipal de São Paulo entre 2018 e 2024, sempre realizando projetos interdisciplinares sobre hortas urbanas e meio ambiente. Atualmente é Educadora Ambiental do Programa Aventura Ambiental e integra a equipe da Divisão de Formação em Educação Ambiental e Cultura de Paz (DFEPAZ) da UMAPAZ. Além da atuação na prefeitura, já trabalhou com perícia e consultoria ambiental. É fundadora do projeto socioambiental Fonte do Ser e atuou como educadora na ONG LiveLab Inovação Social.
Raíssa Teixeira Almeida de Souza
Pesquisadora em História e Direito das Mulheres; Mestrado em História (2023), Universidade Federal Fluminense, com ênfase em Direito das Mulheres, investigando a Lei do Feminicídio no Brasil; Mestrado em Filosofia (2023), Universidade Federal Fluminense, com ênfase nos estudos do Esclarecimento, razão ocidental e as relações de gênero; Licenciatura em História (2020), Universidade Federal Fluminense, ênfase em estudos sobre História Contemporânea e feminismos, bolsista de iniciação científica na Fiocruz (2016-2017), com estudos sobre a abordagem do jornal O Globo sobre a pandemia de H1N1, bolsista do Programa de Educação Tutorial (PET-História) (2017-2019), com trabalhos de pesquisa, ensino e extensão, com ênfase em História do Brasil e questões de gênero; Bacharelado em Relações Internacionais (2014), ênfase em integração regional, América Latina e imperialismo.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável


















