Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Verde da Mooca – Vereador José Índio
Leste
Rua Dianópolis, 431 - Mooca
Subprefeitura da Mooca
Aberto diariamente das 7h às 18h
Inaugurado em 07/06/2026
LEI Nº 18.143 de 18 de Junho de 2024
Área: 47.478 m²
P1 - Rua Dianópolis x Rua Barão de Monte Santo
P2 - Rua Dianópolis, s/n
P3 - Rua Dianópolis, 431- Em frente ao nº480
P4 - Rua Dianópolis, 771 - Em frente ao nº828
P5 - Rua Francisco Cipullo s/n
INFRAESTRUTURA
Sua infraestrutura conta com edifício administrativo equipado com sanitários, vestiários, guaritas de acesso e espaços destinados à convivência e realização de eventos. O local também dispõe de parquinhos com brinquedos inclusivos, equipamentos de ginástica e ATI (Academia da Terceira Idade), cachorródromo e uma clareira em formato de anfiteatro voltada ao lazer e a eventos ao ar livre, além de praças, bosques, caminhos e áreas de contemplação, proporcionando conforto, bem-estar e integração com a natureza.
PARTICULARIDADES
A área do Parque Mooca está localizada entre a Rua Dianópolis, na Vila Prudente, e a Rua Barão de Monte Santo, na Mooca, na região central de São Paulo. O terreno abrigou por 57 anos as instalações da empresa Esso e, após a desativação das atividades, passou por processos de reabilitação ambiental realizados em conjunto com a CETESB. Em 2013, o “Movimento por um Parque na Mooca” iniciou a mobilização pela transformação do espaço em parque público e, em 2018, a CETESB emitiu o Termo de Reabilitação para Uso Declarado, confirmando a aptidão da área para essa finalidade.
O projeto do Parque Mooca foi desenvolvido a partir da valorização da ampla extensão do terreno e de sua topografia predominantemente plana, favorecendo a integração visual da paisagem. Entre os destaques está uma figueira de grande porte próxima ao centro do parque, além da preservação dos elementos naturais remanescentes da antiga área industrial. O conceito do projeto é estruturado por um caminho principal de aproximadamente 800 metros, que conecta os diferentes equipamentos e espaços do parque, complementado por caminhos secundários que ampliam as possibilidades de circulação e permanência.
FLORA
Vegetação composta por áreas ajardinadas, gramados e arborização recente, com cerca de 60 espécies registradas.
Dentre as árvores mais antigas destacam-se as exóticas: Ficus benjamina (figueira-benjamim), Tipuana tipu (tipuana), Ligustrum lucidum (alfeneiro), Jacaranda mimosifolia (jacarandá-mimoso), Bauhinia variegata (pata-de-vaca), Psidium guajava (goiabeira), Syzygium cumini (jambolão) e Leucaena leucocephala (leucena), as três últimas invasoras. Dentre as nativas, destacam-se Alchornea sidifolia (tapiá-guaçu) e Handroanthus heptaphyllus (ipê-roxo). Nas linhas de drenagem destaca-se a erva nativa Sphagneticola trilobata (vedélia).
Foram registradas 16 espécies de FAUNA, com destaque para a presença da espécie migratória suiriri (Tyrannus melancholicus). Entre as espécies ameaçadas, foram registrados o papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) e o gavião-asa-de-telha (Parabuteo unicinctus), que corre risco devido ao comércio internacional de fauna.
HISTÓRICO DO BAIRRO
Foi uma das áreas mais importantes da capital paulista durante o século XX, por abrigar as primeiras grandes indústrias que se instalaram na cidade, tornando-se, assim, um dos bairros mais característicos e representativos do desenvolvimento econômico de São Paulo. Além disso, também abrigou por 57 anos instalações da empresa Esso e, após sua desativação, passou por processos de reabilitação ambiental conduzidos em articulação com a CETESB. Em 2018, foi emitido o Termo de Reabilitação para Uso Declarado, atestando a viabilidade do local para uso público e implantação do parque.
Ao ser criada, em 1556, a Mooca era um povoado indígena, passando, nos séculos posteriores, a ser loteada, recebendo chácaras, grandes casas, até transformar-se, no período entre guerras, em um dos principais polos industriais do país e fortalecendo o desenvolvimento nacional pelo emprego de mão-de-obra operária em larga escala.
Após a Segunda Guerra Mundial, com o desenvolvimento urbano e a organização da cidade, as indústrias migraram para áreas com menor potencial residencial, visando cumprir as novas regras de planejamento do município. A “Mooca antiga”, como é relembrada pelos residentes, ficou marcada por empresas ligadas à indústria têxtil, calçadista, açucareira e de eletrodomésticos, dentre elas o Cotonifício Rodolfo Crespi, de produção fabril e inaugurado em 1897, e a Companhia de Calçados Clark, que, em 1904, produzia mais de 20 mil pares por mês. O resquício do reduto industrial ainda é vivo nas ruas através da arquitetura de galpões que abrigavam os operários durante boa parte do século passado.
COMO CHEGAR?
ÔNIBUS
8615-10 Term.Pq D. Pedro II/ Pq. da Lapa
3390-10 Pq São Mateus / Term.Pq. D. Pedro II
+ informações: www.sptrans.com.br
HAND TALK
Clique neste componente para ter acesso as configurações do plugin Hand Talk
