Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente

Trilha Interparques

A Trilha Interparques, conhecida como “a maior trilha da cidade”. Com 182 km de extensão, o percurso conecta Unidades de Conservação municipais e outras áreas protegidas na zona sul da capital, incluindo os Parques Naturais Municipais (PNMs), Parques Estaduais, represas e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), ao Polo de Ecoturismo de Parelheiros, Marsilac e Ilha do Bororé.

Trajeto
A trilha terá início na Balsa da Ilha do Bororé, no Grajaú, passando pelos Parques Naturais Municipais Bororé, Varginha, Itaim e Jaceguava, em seguida passa pelo Parque Estadual Várzea do Embu-Guaçu, PNM Cratera de Colônia, Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu e, por fim, a Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN Curucutu, retornando ao ponto de partida.

A trilha passa dentro de PNMs que contam com píer com vista para a represa Billings, uma torre de observação de incêndios com panorama para a Guarapiranga e área para piqueniques no entorno de um belo lago, proporcionando aos visitantes momentos de contemplação e lazer em meio à natureza. O percurso está demarcado com placas da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, ideal para caminhada dos visitantes nesse cenário de contemplação e lazer.

Mapa da Trilha
Com essa iniciativa, o Polo de Ecoturismo de São Paulo ganha um dos maiores circuitos de ecoturismo da cidade, fortalecendo a conexão entre as áreas naturais protegidas e promovendo a valorização da biodiversidade. O mapa da Trilha Interparques está disponível na página oficial e pode ser acessado aqui.

 

O mapa representa uma grande área natural composta por vários parques interligados por trilhas e caminhos pedestres. Está orientado com o norte para cima (indicado por uma rosa-dos-ventos no canto superior direito). O fundo é em tons de cinzento e verde, sugerindo relevo e zonas de vegetação. No canto inferior esquerdo, há uma miniatura do mapa completo com um quadrado vermelho, mostrando a área destacada no mapa principal.As trilhas estão marcados com linhas coloridas: •	Linhas laranja: caminhos principais, com marcações mais espessas e que percorrem quase toda a área. •	Linhas vermelhas tracejadas: possíveis trilhos secundários ou alternativos. •	Linhas cor-de-rosa, azuis, verdes e roxas: diferentes trilhos temáticos ou rotas específicas dentro dos parques. Os caminhos conectam diversos pontos e parecem cruzar áreas de floresta, montanhas e campos cultivados indicados por zonas com linhas verdes diagonais.


Natureza preservada e paisagens deslumbrantes
A Trilha Interparques atravessa cenários variados e, em determinados pontos, já é possível observar a transição da Mata Atlântica para o Cerrado. O percurso abriga uma flora rica e diversa, incluindo espécies como cedro-rosa (Cedrela fissilis), embaúba-prateada (Cecropia hololeuca), cambuci (Campomanesia phaea), samambaiaçu (Dicksonia sellowiana), tapiá (Crateva tapia) e palmito-juçara (Euterpe edulis). Algumas dessas plantas, como o cedro-rosa, a samambaiaçu, o palmito-juçara e a araucária (Araucaria angustifolia), estão ameaçadas de extinção.

A fauna local também impressiona pela diversidade que pode ser encontrada. Macacos bugios-ruivos (Alouatta guariba), fundamentais para a dispersão de sementes e a regeneração da floresta, são comuns ao longo do trajeto. Além deles, visitantes podem avistar tangará-dançarino (Chiroxiphia caudata), caxinguelês (Sciurus sp.), quatis (Nasua nasua), e diversas outras espécies.

 

A imagem mostra um caminho em meio a uma densa floresta de bambus. Os caules são altos, finos e estão muito próximos uns dos outros, criando uma espécie de túnel natural. A luz do sol atravessa as folhas verdes e amareladas no topo, iluminando suavemente o chão coberto por folhas secas. À direita do caminho, há uma pequena placa de madeira num poste, com caracteres asiáticos (possivelmente em chinês ou japonês) e uma seta indicando uma direção. A atmosfera é tranquila e acolhedora, com uma sensação de natureza intocada

Consulte o quadro abaixo  antes de iniciar a trilha.
São essenciais para garantir o sentido correto do percurso e evitar acessos indevidos, como a entrada no Bororé durante o retorno.

Trilha Interparques

Imagem esquemática de uma trilha sobre fundo azul. O percurso aparece desenhado com linhas sinuosas em três cores: amarelo, preto e vermelho. À esquerda, há uma seta apontando para cima com a palavra “IDA”, indicando o sentido de ida da trilha, acompanhada por ícones de pegada e solado de bota. À direita e na parte inferior, há duas setas apontando para cima com a palavra “VOLTA”, representando o caminho de retorno, também com ícones de pegada. As linhas mostram que o trajeto de ida e o de volta seguem caminhos diferentes em alguns trechos, convergindo em um ponto central, reforçando visualmente o sentido correto da trilha para evitar acessos equivocados.

 

 

A imagem mostra o ícone da ODS 11 “cidades e comunidades sustentáveis”, representada por um ícone amarelo, com o desenho de prédios e casas brancas O segundo ícone é a ODS 15 "Vida Terrestre", representada por um ícone verde, com o desenho de uma árvore com duas linhas horizontais abaixo e dois pássaros voando ao lado A imagem mostra o ícone da ODS 16 "paz, justiça e instituições eficazes", representada por um ícone azul escuro, com o desenho de uma pomba segurando um ramo em seu bico, em cima de um martelo de juiz

 

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